Eu não me perdi, quis foi sair da loja antes de a percorrer de fio-a-pavio, mas não mo permitiram. Disse-me um funcionário que a saída era fácil de encontrar, bastando seguir as pegadas pintadas no chão. Tal, como os carneiros… Nunca mais lá fui.
De fato é um labirinto criado especialmente para perturbar a cabeça das pessoas e levá-las a percorrer um determinado percurso como se de ratos se tratassem. Movida pela mesma incógnita, isto é, se o problema seria realmente meu, procurei esclarecimentos junto de altas individualidades ligadas as meio e soube então que a ideia do IKEA foi construir um percurso apenas com uma saída possível que obrigasse as pessoas a percorrer toda a loja até ao fim, encarneirada com outros. Não obstante criou-se a ideia de existirem outros percursos, que levavam sempre a ” becos ” sem saída, tais como; parque dos piqueniques ( zona de alimentação) secção dos tapetes, e algures numa zona de cozinha uma porta blindada que não leva a lado nenhum… Portanto Rui a ideia é esta, siga os carneiritos todos porque eles mais tarde ou mais cedo vão dar com a saída (ou melhor, a zona de armazém onde vai procurar como um aspirante a armazenista a estante que acabou de comprar e descobrir que pesa 350 kilos) Estou solidária consigo, não entendo porque uma pessoa não pode ir aquela loja comprar um raio de um funil e vir embora, sem se perder e ser obrigado a visitar toda a familia ikea.
Exactamente, Cr. Da primeira vez que fui ao IKEA tinha 5 minutos livres e decidi ir espreitar… Acabei a correr pela loja fora para não chegar atrasado.
Eu vou ao de Alfragide,uma vez resolvi que não estava para fazer aquele percurso todo e entrei ao contrário,pelas caixas de pagamento,ainda é pior,pois as pessoas ficam todas a ollhar como se fossemos de outro planeta.
Eu faço quase sempre isso, Isabel… entro pela saída e quero lá saber se as pessoas me acham uma extraterrestre. Era o que faltava obrigarem-me a fazer a via sacra completa quando só quero uma coisa que sei onde encontrar no armazém. 🙂
As horas que nos obrigam a andar às voltas no IKEA fazem parte de uma estratégia económica sueca para diminuir a produtividade dos cidadãos dos outros países.
(Ei, há teorias da conspiração mais estapafúrdias…)
um tipo com azar, o rr. ele é o cartão multibanco que nunca dá para pagar à primeira, nas portagens sem portageiro (acontece também comigo), ele é ter dificuldade em sair das lojas (das lojas!!??) ikea (nunca aconteceu comigo, porque nunca lá consegui entrar). apostas para a dificuldade que virá a seguir, aceitam-se…
Para ver como é a minha vida, Carlos. Ainda hoje me lembrei de fazer uma actualização ao post das portagens. Passado mais de um ano, creio estar em condições de partilhar um método eficaz de abordagem ao problema.
Só tu não sei mas eu oriento-me bem. As mulheres têm um faro especial para as lojas.
Nem todas, porque eu, no/a IKEA até já tive um problema com um segurança por ter saído onde não devia. 🙂
Já agora se tiveres paciência para ler… 🙂 http://diasimperfeitos.blogspot.pt/2 010/05/procissao-e-as-almondegas.html
Sinto-me em paz, Ana.
Pois, aquilo deve estar feito para o instinto feminino.
Eu não me perdi, quis foi sair da loja antes de a percorrer de fio-a-pavio, mas não mo permitiram.
Disse-me um funcionário que a saída era fácil de encontrar, bastando seguir as pegadas pintadas no chão. Tal, como os carneiros…
Nunca mais lá fui.
Pois.
É um autêntico PESADELO!!!…Até me falta o ar!!!…
A brincar que o diga, já tive um pesadelo em que estava perdido no IKEA.
Rui, quer mesmo uma resposta sincera? Tá bem, aqui vai: para essa pergunte o meu amigo deixou-me sem saída.
http://www.spacesyntax.tudelft.nl/media/L ong%20papers%20I/alan%20penn.pdf
Bem sei. Não vejo é necessidade de fundamentalismos.
Aqui vai Rui com toda a sinceridade:
De fato é um labirinto criado especialmente para perturbar a cabeça das pessoas e levá-las a percorrer um determinado percurso como se de ratos se tratassem.

Movida pela mesma incógnita, isto é, se o problema seria realmente meu, procurei esclarecimentos junto de altas individualidades ligadas as meio e soube então que a ideia do IKEA foi construir um percurso apenas com uma saída possível que obrigasse as pessoas a percorrer toda a loja até ao fim, encarneirada com outros. Não obstante criou-se a ideia de existirem outros percursos, que levavam sempre a ” becos ” sem saída, tais como; parque dos piqueniques ( zona de alimentação) secção dos tapetes, e algures numa zona de cozinha uma porta blindada que não leva a lado nenhum…
Portanto Rui a ideia é esta, siga os carneiritos todos porque eles mais tarde ou mais cedo vão dar com a saída (ou melhor, a zona de armazém onde vai procurar como um aspirante a armazenista a estante que acabou de comprar e descobrir que pesa 350 kilos)
Estou solidária consigo, não entendo porque uma pessoa não pode ir aquela loja comprar um raio de um funil e vir embora, sem se perder e ser obrigado a visitar toda a familia ikea.
Exactamente, Cr. Da primeira vez que fui ao IKEA tinha 5 minutos livres e decidi ir espreitar… Acabei a correr pela loja fora para não chegar atrasado.
No de alfragide fica para a direita, no de loures fica para a esquerda. Escusa de agradecer.
Aposto que vai sempre ao de Loures, LRodrigues…
De facto, prefiro. Mas só porque o estacionamento é mais fácil e o parque onde os miúdos ficam dá para 2 horas.
Eu vou ao de Alfragide,uma vez resolvi que não estava para fazer aquele percurso todo e entrei ao contrário,pelas caixas de pagamento,ainda é pior,pois as pessoas ficam todas a ollhar como se fossemos de outro planeta.
Sim, como se fôssemos na auto-estrada em contramão. Ou como se as scut fossem pagas.
Eu faço quase sempre isso, Isabel… entro pela saída e quero lá saber se as pessoas me acham uma extraterrestre. Era o que faltava obrigarem-me a fazer a via sacra completa quando só quero uma coisa que sei onde encontrar no armazém. 🙂
As horas que nos obrigam a andar às voltas no IKEA fazem parte de uma estratégia económica sueca para diminuir a produtividade dos cidadãos dos outros países.
(Ei, há teorias da conspiração mais estapafúrdias…)
Sim, a da pizza por exemplo.
Jaa, encontrámos a explicação para a pouca produtividade dos países do sul! 🙂 Malditos suecos!
Igual só me lembro daquela vez em que os franceses começaram a exportar a coisa da igualdade e da fraternidade…
Conseguiste sair?!
Believe it or not.
Caro Rui,
felizmente tenho sempre dificuldade em encontrar a entrada.
É o melhor método preventivo, José.
um tipo com azar, o rr.
ele é o cartão multibanco que nunca dá para pagar à primeira, nas portagens sem portageiro (acontece também comigo), ele é ter dificuldade em sair das lojas (das lojas!!??) ikea (nunca aconteceu comigo, porque nunca lá consegui entrar).
apostas para a dificuldade que virá a seguir, aceitam-se…
Para ver como é a minha vida, Carlos. Ainda hoje me lembrei de fazer uma actualização ao post das portagens. Passado mais de um ano, creio estar em condições de partilhar um método eficaz de abordagem ao problema.
Não, não és.
Uma dor partilhada é muito mais leve…
E atravancaram também as saídas para Paços de Ferreira.
Parece que chamam a isso externalidades…
Muitas vezes, o problema não está em encontrar a saída. Está em querer sair
Sair ou não sair, eis a questão.
Só fui uma vez a uma loja IKEA em Portugal (à de Alfragide), e tive muita dificuldade em encontrar a saída.
Basicamente, tive que voltar para trás todo o caminho e sair por onde entrara.
Uma merda.