Sempre me fez confusão o chamado Complexo de PCP, que consiste na felicidade de descobrir aqui e ali uma erva daninha no mundo livre, mas negar a tenebrosa floresta chinesa, norte-coreana, birmanesa, cubana, etc. Afinal, é idêntico à síndrome da avestruz, que esconde a cabeça para espreitar a privacidade dos outros, mas recusa ver a promiscuidade escandalosa que anda por aí.
Em suma: o PCP não passa de um “voyeurista” da política internacional.


O problema é o tempo de antena dado a estes partidos.
Cada vez se assiste em Portugal a um movimento anti-globalização.
E que tem um espaço muito grande nos Media…
Certo, Francisco. Mas também cumpre à comunicação social abrir os olhos dos mais distraídos.
Bem dito, vêem o argueiro no olho do vizinho e não a trave no seu.
Nem mais, Carlos.