Logo à noite no Coliseu do Porto, amanhã no Campo Pequeno. Alguém me arranja uma criança para colocar aos ombros, por favor? Já agora, antes dos rapazes acima:
12 comentários em “Pausa na campanha eleitoral”
São muito, muito bons. O ‘High Violet’ é um álbum extraordinário.
Exactamente, APR. Se estou ansioso em relação aos The National (como escrevi acima, nunca os vi ao vivo – estiveram em Guimarães há uns tempos mas não pude lá ir), também tenho alguma curiosidade em relação aos Dark Dark Dark.
Já fui espreitar. Concordo com a tua apreciação do concerto (nem tanto com a dos discos – sou dos que gostam dos discos). Talvez por nunca os ter visto ao vivo, não estava à espera de tanta “energia”, especialmente por parte do Matt Berninger. Mas suponho que a assistência, quase em histeria (no bom sentido) desde o primeiro segundo, ajudou…
E, não bem sei porquê, acho sempre piada quando num concerto em que a banda está a dar tudo acontece uma falha, como no arranque do ‘Fake Empire’. Talvez por tornar músicos e ambiente ainda mais humanos.
O interessante nestes músicos é que são pessoas banais, com vidas semelhantes às nossas e que escrevem sobre os nossos problemas. São como se fosse a nossa segunda voz.
Já agora, quanto ao concerto do ano: eu também adoraria ver a P J Harvey na Aula Magna nos dias 25 ou 26 deste mês… mas não dava para ir a Lisboa.
João Pedro: idem aspas aspas. Só depois de ler no Ípsilon de Sexta-Feira passada que os Dark Dark Dark iam fazer a primeira parte (e a crítica ao disco deles – bastante positiva, por sinal – que também lá vinha) é que fui pesquisá-los na net.
E, se vai ao concerto, então até já (sem conotações publicitárias).
São muito, muito bons. O ‘High Violet’ é um álbum extraordinário.
Totalmente de acordo quanto à qualidade deles e do álbum, Ana. Nunca os vi os vivo, pelo que estou com bastante curiosidade.
O concerto do ano, sem dúvida. Até o aperitivo Dark Dark Dark se prevê ser um bom petisco.
Exactamente, APR. Se estou ansioso em relação aos The National (como escrevi acima, nunca os vi ao vivo – estiveram em Guimarães há uns tempos mas não pude lá ir), também tenho alguma curiosidade em relação aos Dark Dark Dark.
Tenho um escrito desse mesmo concerto, podes ver no meu blogue.
Já fui espreitar. Concordo com a tua apreciação do concerto (nem tanto com a dos discos – sou dos que gostam dos discos). Talvez por nunca os ter visto ao vivo, não estava à espera de tanta “energia”, especialmente por parte do Matt Berninger. Mas suponho que a assistência, quase em histeria (no bom sentido) desde o primeiro segundo, ajudou…
E, não bem sei porquê, acho sempre piada quando num concerto em que a banda está a dar tudo acontece uma falha, como no arranque do ‘Fake Empire’. Talvez por tornar músicos e ambiente ainda mais humanos.
O interessante nestes músicos é que são pessoas banais, com vidas semelhantes às nossas e que escrevem sobre os nossos problemas. São como se fosse a nossa segunda voz.
Já agora, quanto ao concerto do ano: eu também adoraria ver a P J Harvey na Aula Magna nos dias 25 ou 26 deste mês… mas não dava para ir a Lisboa.
Já em contagem decrescente para logo…mas não conhecia os Dark Dark Dark de parte nenhuma.
João Pedro: idem aspas aspas. Só depois de ler no Ípsilon de Sexta-Feira passada que os Dark Dark Dark iam fazer a primeira parte (e a crítica ao disco deles – bastante positiva, por sinal – que também lá vinha) é que fui pesquisá-los na net.
E, se vai ao concerto, então até já (sem conotações publicitárias).
Uma grande banda que já tive o prazer de ver ao vivo
Eu agora também. 🙂