Candidato desde já a figura nacional do ano que começará daqui a poucas horas. Será um ano muito difícil a vários níveis – e não só em Portugal. Um ano que todos lembraremos mais tarde. Um ano em que cada gesto do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros será alvo de escrutínio máximo. Ele sabe, melhor do que ninguém, que somos escravos das nossas palavras e donos dos nossos silêncios. E procederá em conformidade, sem nunca esquecer este lema. Crucial na política, como na vida em geral.


Ai! Pedro, mas que ideia a tua!
Só se for candidato a órfão. Cruzes canhoto. Para mim e também para o Pai dele!
Neste país, neste momento, ninguém é candidato a
coisa nenhuma. Excepto, talvez, o PR. Mas, esse, cada vez mais se candidata ao silêncio. O que não quer dizer que seja pior. É, apenas, uma especialização.
Boas saídas, porque desconfio muito das entradas!
Caríssima Helena, desejo-te um ano de 2013 com muita saúde, paz, coragem e boa disposição. Para que possas continuar a transmitir essa energia tão positiva e tão contagiante a todos os que te rodeiam. Bem precisamos dela. Bem precisamos de ti.
Meu caro Pedro
Devia ser obrigatório os filhos ouvirem as mães. Se assim fosse tudo tinha acabado com a TSU…
Querida Helena, concordo com o Pedro, tem um bom ano, e precisamos muito de ti. Beijos
Sábias palavras, Pedro…
E como é difícil gerir os silêncios quando se tem sangue na guelra.
E como é difícil desvalorizar a aparência do ‘podium’, na vida como na em política, em nome do que não se vê.
Concordo contigo: que seja um bom ano, sobretudo para Portugal.