Passos, o cómico.


Luís Menezes Leitão,

 

Ao assistir à comunicação de hoje à noite do Primeiro-Ministro a procurar inspirar os portugueses e incutir optimismo para um ano que vai representar a maior crise de sempre, só me vieram à memória dois episódios. O primeiro foi a reacção da França nos primeiros meses da II Guerra Mundial. O país lançou um slogan que dizia: “Vamos vencer porque somos os mais fortes“. Três semanas depois Hitler entrava em Paris. O segundo foi o célebre ministro da propaganda de Saddam Hussein que garantia estar o Iraque a esmagar as tropas americanas às portas de Bagdad. Ficou conhecido pelo nome de “Ali, o cómico“, embora os iraquianos não lhe devam ter achado graça absolutamente nenhuma. Passos Coelho tem uma atitude semelhante, proclamando que “ainda não podemos declarar vitória sobre a crise, mas estamos hoje muito mais perto de o conseguir“, quando o país cada vez mais se enterra. Merece justamente o cognome de Passos, o cómico. O problema é que isto aos portugueses também não dá nenhuma vontade de rir.

7 comentários em “Passos, o cómico.”

  1. Já lá vai o tempo em que o PSD resolvia os seus próprios problemas fazendo cair os seus charlatães, endossaram este ao país, brinca ao monopólio, não dá sinal de cansaço, só desistirá quando já não tiver parceiros para o jogo mas entretanto deu cabo desta merda toda.

      1. O falso engenheiro também faz parte da praga de gafanhotos de dimensões bíblicas. Mas o leporídeo candidatou-se “contra” a política do dito, opondo-se ao agravamento de impostos, recusando “horrorizado” cortes nos subsídios dos trabalhadores, etc., etc. e mais etc. Isto é, enganando despudoradamente os eleitores, exactamente como o “emigrado”. A cartilha por onde aprenderam as poucas letras e a muita lata é, afinal, a mesma… Aparentemente, o leporídeo e seus acólitos – gramíneas, gasparídeos e outras espécies daninhas – conseguem ser ainda mais lerdos que os desvairados boçais que os precederam. E, a julgar pelo modo como se expressam, devem ter sido colegas de carteira nas aulas de “inglês técnico”…

      2. o pinóquio podia ser uma treta como engenheiro, mas pelo menos era engenheiro técnico, enquanto o suposto doutor de política fez duas cadeiras…cadeiras não, banquitos…e continua alegremente o seu mister. Além disso, o pinoca tinha uma visão para o país, podia ser uma visão de merda , mas tinha-a, pôr toda a gente a andar de carro eléctrico para acabar com a dependência do petróleo, estes também têm uma, vender tudo o que é do estado ao desbarato; saiu-lhes agora as contas furadas porque o tal de efomovich queria comprar a tap sem pagar :-D))))))))))) e o dr. da política internacional, o tal que trouxe para cá, através do dirceu o efro, e que vai trazer os angolanos para comprar a rtp, lá continua o seu mister para no fim ter um local onde possa acabar os seus dias em glória…bom, na verdade esse deve ser o único ministro que neste governo sabe muito bem o que anda a fazer.

  2. PPC nada tem de cómico , é sim um joker na versão Gotham que não descansará enquanto nada restar de Portugal e dos Portugueses.
    Teve a oportunidade que qualquer Bom Homem desejaria para ajudar o próximo mas como traidor que é , trai e vende a alma de Portugal por 30 dinheiros sabe-se lá para o quê?
    Rodeado de sanguessugas como ele levará em breve o barco ao fundo e os poucos que ainda ao menos falam em breve se calarão pelo barulho ensurdecedor que virá!

    P.S. – E depois digam que a democracia era boa , não a estragassem!

    P.S. 1 – Na antiga Grécia politico que mentisse era expulso por 10 anos da cidade depois do cárcere claro!

  3. Este senhor, teceu elogios à vinda da troika. Mais, disse que não valia a pena dizer mal deles.Hoje depois do desastre da sua politica o” pedrito de portugal” vem dizer -nos o contrario, quando afirma com grande lata, que os portuguesas já sabiam o que significava em termos de custos o pedido da ajuda externa.há burlões que dizem verdades( batista da silva) e outros que dizem mentiras.façam o favor de escolher.

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