Passos Coelho deve chamar a isto elegância


Sérgio de Almeida Correia,

Para um futuro “ministro das Finanças” não está nada mal. Se isto é assim em pré-campanha, imaginem o que será quando a oposição começar a irritá-lo nos debates parlamentares. O ciclo continua.

15 comentários em “Passos Coelho deve chamar a isto elegância”

  1. Sérgio, esta opinião de Catroga é, tal como no caso do IVA, de natureza técnica. Passos Coelho já esclareceu que a decisão política será dele em todos os assuntos. E neste também.

  2. Adoro estes posts de virgens ofendidas com o vernáculo correcto, usado no momento certo e com o sentido adequado.
    Defender a simulação, o embuste, a aparência parece ser a única preocupação de certos escribas de pacotilha.
    Pentelho é um termo vernáculo porque é genuino, correcto, com pureza no falar e no escrever, basta verem em qualquer dicionário.
    Não sejam cínicos por favor!

  3. Só va elevar o nível dos debates.
    Até agora a bandalheira é total.
    Desde o “vai para o c*****” até ao “manso é a tua tia”.
    Faz Catroga muito bem em dizer alto e grosso o que TODA A GENTE diz.

  4. Deve ser uma amostra da anunciada campanha com “elevação”.
    O Socas tem mau feitio e muitos outros defeitos… Estes ainda não chegaram ao “pote” e já lhes estala o verniz. Que raio de alternativa é esta?

    1. Leonor, a mim pouco me interessa o quadrante político. Os únicos cargos que tive foi sempre por ter integrado listas do PSD, como independente, mas não é por isso que não acho que este tipo é uma vergonha. De qualquer forma, mais do que estas asneiras, o que é triste é ver um tipo que custa quase dez mil euros por mês ao país em reformas a mandar palpites sobre a nossa situação financeira. Eu não vou contribuir com o meu voto para que seja ministro das finanças; seria o mesmo que votar no Sócrates. É uma tristeza ver o país entregue a este tipo de gente.

      1. Mas eu sei que tu és uma pessoa esclarecida sem partidarites, António. Para mim o importante, como dizes, é que infelizmente são todos iguais, contudo, acho uma certa piada às desculpas que por aí andam. Há que reconhecer que Catroga esteve mal, tal como Pinho esteve mal com o episódio que lhe conhecemos. Reconhecer isso é puro discernimento.

  5. “…imaginem o que será quando a oposição começar a irritá-lo nos debates parlamentares. …”

    então acha que o Zézito afinal perde…?

  6. Seja qual for a palavra utilizada, falar desta questão, e não de outras, é dar razão ao Dr. Catroga. Nesta intervenção eu gostei sobretudo da parte em que o próprio diz que “o PSD apresentou pela primeira vez na história política portuguesa uma estratégia global e coerente”. Isto significa que as estratégias apresentadas em anteriores eleições eram globais e não coerentes; coerentes, mas não globais; ou não existia estratégia?

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