Isso, vá saber dele antes que seja tarde. Eu ainda tenho um em bom estado, que comprei num ‘bric-a-brac’ há poucos anos. Os que se fazem actualmente são eléctricos (de pilhas)…
Estes só conheço dos desenhos animados. O de casa da minha avó e que está em casa da minha mãe, era diferente. Nõ tinha cucos, os cucos ouviamo-los cá fora. Aliás… A minha avó, quando ouvia o primeiro cuco a cantar na Primavera dizia logo “Estou escapadoira, já não morro este ano… “.
É… Não guardo objectos, mas os factos e as conversas das pessoas que gosto fica cá tudo, num imenso álbum que às vezes folheio.
Excelente princípio. As pessoas devem ser as primeiras e as últimas preciosidades. O resto são objectos – nostálgicos, de bom gosto, fracotes, desinteressantes ou históricos, mas sempre só objectos.
Tenho dois destes Um é igualzinho ao da foto e creio que quando nacsci já morava lá em casa…
Impossível. Dois em casa? Não podem ser antigos nem manuais; já devem ser a pilhas. Dois? Onde é que havia antigamente cucos a dar horas em estereofonia?…
Ainda me lembro do som do que havia em casa dos meus avós, e da surpresa que era sempre (mesmo repetindo-se tantas vezes) a saída do cuco. Esta fotografia trouxe-me óptimas memórias, João… até o cheiro de bolos acabados de sair do forno, imagine!
Lá em casa dos meus apis exista um. Pensando bem vou perguntar o que é que lhe foi feito.
Isso, vá saber dele antes que seja tarde. Eu ainda tenho um em bom estado, que comprei num ‘bric-a-brac’ há poucos anos.
Os que se fazem actualmente são eléctricos (de pilhas)…
Que horror! Perde-se a piada de puxar os pesos em forma de pinhas…
Totalmente. Até sinto repulsa por esses.
Cú-cú cú-cú !
Não deixava de ser uma saudação… uma saudação muito viva, diria mais!
:))
Um belo pretexto para desabafarmos: xó, passarada!
Estes só conheço dos desenhos animados. O de casa da minha avó e que está em casa da minha mãe, era diferente. Nõ tinha cucos, os cucos ouviamo-los cá fora. Aliás… A minha avó, quando ouvia o primeiro cuco a cantar na Primavera dizia logo “Estou escapadoira, já não morro este ano… “.
Belas memórias, essas.
É… Não guardo objectos, mas os factos e as conversas das pessoas que gosto fica cá tudo, num imenso álbum que às vezes folheio.
Excelente princípio. As pessoas devem ser as primeiras e as últimas preciosidades. O resto são objectos – nostálgicos, de bom gosto, fracotes, desinteressantes ou históricos, mas sempre só objectos.
Tenho dois destes Um é igualzinho ao da foto e creio que quando nacsci já morava lá em casa…
Impossível. Dois em casa? Não podem ser antigos nem manuais; já devem ser a pilhas. Dois? Onde é que havia antigamente cucos a dar horas em estereofonia?…
Antigos e manuasi, João! Há 5o anos já havia pilhas? Hehehe!
Ainda me lembro do som do que havia em casa dos meus avós, e da surpresa que era sempre (mesmo repetindo-se tantas vezes) a saída do cuco. Esta fotografia trouxe-me óptimas memórias, João… até o cheiro de bolos acabados de sair do forno, imagine!
Ah!… Que maravilha!