Atitude tipicamente portuguesa era a dos tipos que começavam por fumar Definitivos e mudavam por não gostar, enquanto outros fumavam Provisórios a vida inteira!
E os “Portugueses suaves”? Com a música do Hino da Mocidade Portuguesa, cantávamos… “Enquanto houver Portugueses, não se fuma Provisórios”! Como o tempo passa…
E havia os cigarros feitos à mão… a rapaziada do meu tempo tirava mortiahas aos mais velhos e fazia cigarros de barbas de milho secas… era cá um cheirete, mas era engraçado. Esses cigarros não tinham embalagem. Sei que a minha bisavó mascava tabaco… que nojo!
Destes todos só não me lembro do “negritas”. E, ainda bem que alguém aí nos comentários não se esqueceu dos Kentucky que, a páginas tantas, se “aburguesaram” e também apareceram com embalagens do tipo das outras marcas.
[Eu não faço a mínima ideia da idade de quem escreve estes posts e de quem os comenta. Pessoalmente não consigo recordar estes tempos sem me lembrar, também, que havia gente adulta que comprava cigarros avulso, por não ter dinheiro para comprar o maço inteiro. Por estas e outras, quando ouço gente a dizer que dantes é que era… bolas… convém não invocar nada em vão.. [Ah, claro que se pode sempre argumentar que o tabaco faz mal… pois….]
Os Negritas, se bem me recordo, tinham um filtro horrivelmente doce. Era enjoativo. Kentucky eram os mata-ratos, também fumei. E, claro, comprava cigarros avuslos numa loja ao lado do colégio…
Bem… não faz «a mínima ideia da idade de quem escreve estes ‘posts’ e de quem os comenta» e isso tocou-me. Portanto, decidi o seguinte: vou manter o ‘suspense’!
Barbas de milho enroladas em papel de jornal – também topei.
Não passei pelas barbas de milho. Talvez por ter começado a fumar tarde (acho que eram horas do lanche).
Nunca fumei nenhum desses, mas lembro-me de todos. Fui sempre fiel ao SG. Primeiro o filtro ( embalagens amarelas com riscas azuis e letras encarnadas) e depois o gigante.
Claro que lembro! O SG Filtro custava 4$60 ( quando comecei a fumar). Passei para o SG Gigante quando o Filtro subiu para os 5$10 e o Gigante manteve o preço de 5$50. Estávamso em 1967… Está a perceber porque tenho uma rubrica chamada “Rochedo das Memórias”?
Isto não está proibido? Ou as proibições são modernices?
Atitude tipicamente portuguesa era a dos tipos que começavam por fumar Definitivos e mudavam por não gostar, enquanto outros fumavam Provisórios a vida inteira!
Como já não há, não é proibido. Digo eu…
o meu avô fumava Três Vintes.
há tanto tempo e no fundo foi ontem.
Também era bom: 3 vintes!
E então os Kentucky?, esqueceram-se dos Kentucky?
A «minha esposa» fumou-os durante anos e anos, até que acabou com o stock! Já não há mais…
E morreu? Aquilo era designado por mata-ratos…
(estou a brincar, atenção!)
O Porto tinha um cheiro insuportável!!!
(então e o Português Suave sem filtro? isso sim, eram cigarros!)
Fumei disso tudo. Fumava o que havia. Mas já nesse altura era um tipo distintíssimo: mandava um colega ir comprar dois cigarros e dava-lhe um….
E os “Portugueses suaves”?
Com a música do Hino da Mocidade Portuguesa, cantávamos…
“Enquanto houver Portugueses, não se fuma Provisórios”!
Como o tempo passa…
Não me lembro da cantoria.
E havia os cigarros feitos à mão… a rapaziada do meu tempo tirava mortiahas aos mais velhos e fazia cigarros de barbas de milho secas… era cá um cheirete, mas era engraçado.
Esses cigarros não tinham embalagem.
Sei que a minha bisavó mascava tabaco… que nojo!
Peço desculpa, a palavra correcta é “mortalhas”
Agora, as mortalhas voltam a estar na moda.
O Kart dava quilómetros de prazer.
Pois era, pois era…
ESta rúbrica é mesmo um must!
Destes todos só não me lembro do “negritas”. E, ainda bem que alguém aí nos comentários não se esqueceu dos Kentucky que, a páginas tantas, se “aburguesaram” e também apareceram com embalagens do tipo das outras marcas.
[Eu não faço a mínima ideia da idade de quem escreve estes posts e de quem os comenta. Pessoalmente não consigo recordar estes tempos sem me lembrar, também, que havia gente adulta que comprava cigarros avulso, por não ter dinheiro para comprar o maço inteiro. Por estas e outras, quando ouço gente a dizer que dantes é que era… bolas… convém não invocar nada em vão..
[Ah, claro que se pode sempre argumentar que o tabaco faz mal… pois….]
:))
Os Negritas, se bem me recordo, tinham um filtro horrivelmente doce. Era enjoativo.
Kentucky eram os mata-ratos, também fumei.
E, claro, comprava cigarros avuslos numa loja ao lado do colégio…
Bem… não faz «a mínima ideia da idade de quem escreve estes ‘posts’ e de quem os comenta» e isso tocou-me. Portanto, decidi o seguinte: vou manter o ‘suspense’!
Comprei muitas vezes Português Suave sem filtro (era o melhor) avulso: um por três tostões, dois por cinco tostões.
Ui Afinal devem ser mais ou menos da minha idade
rsrsrs
:)))
Ui!…
Sintra e Monserrate também deixaram saudades.
Nunca fui muito dado a esses…
Eu também não, pois iniciei-me com barbas de milho.
ehehehe
Alguém tinha de vir falar nas barbas de milho ..rsrsrsr
O Monserrate não era o que sabia a mentol? Ou estou a trocar tudo? (com a minha provecta idade têm de desculpar rsrs)
:)))
Barbas de milho enroladas em papel de jornal – também topei.
Não passei pelas barbas de milho. Talvez por ter começado a fumar tarde (acho que eram horas do lanche).
Nunca fumei nenhum desses, mas lembro-me de todos. Fui sempre fiel ao SG. Primeiro o filtro ( embalagens amarelas com riscas azuis e letras encarnadas) e depois o gigante.
Ainda se lembra do preço, Carlos?
Eu acho que custava 5$60 SG ) Ou seria 5$10?
O Porto, O Ritz (por onde eu comecei antes de me render ao SG filtro) eram a 4$00
certo? Ou não?
sim, julgo que era 5$60. Era mais ou menos o preço do litro da gasolina, não?
Claro que lembro! O SG Filtro custava 4$60 ( quando comecei a fumar). Passei para o SG Gigante quando o Filtro subiu para os 5$10 e o Gigante manteve o preço de 5$50.
Estávamso em 1967…
Está a perceber porque tenho uma rubrica chamada “Rochedo das Memórias”?
Não esquecer, o High Life!
eu comecei a fumar folhas de carvalho secas enroladas em papel de jornal!