Esta colecção proporcionou-me muitas horas de leitura quando era miúdo, compadre. Descobri-a num caixote, no sótão de um casarão de família: havia dezenas de livros – O Gato das Botas, O Gigante dos Cabelos de Ouro, O Aprendiz de Feiticeiro… Nunca mais esqueci estes livrinhos.
Tu, JC, não sei se tens, agora o JS, de certeza que tem e leu “O Aprendiz de Feiticeiro”. E parece que também, nunca mais o esqueceu, embora nunca tenha passado disso mesmo – de aprendiz…
Esse teve um papel fundamental n’»As Lições do Tonecas» (de José de Oliveira Cosme): era o ponto…
Sim, sim, um ponto, um grande ponto, aliás… embora sempre sem piada nenhuma. Pena é que tenha querido deixar o lugar que lhe pertencia, num buraco por baixo do palco, a sussurrar as deixas, e tenha querido saltar para o estrelato e começar a falar em voz alta para toda a plateia! Ele há mesmo gente que não se enxerga…, não há dúvida,… eles andem mesmo por aí…
Guardo alguns em tão mau estado que um dia lembrei-me de passar pelos alfarrabistas a ver se encontrava exemplares mais bem conservados. Não tive sorte, mas fiquei a saber por eles que quando aparece um livrinho desses, vende-se logo. São histórias maravilhosas, que fizeram as delícias da minha infância, nunca mais esqueci e estimularam a minha imaginação
Esperem… deixem-me lá ver… Mas não é a Michelle Obama?…
A Romano Torres… editora que marcou várias gerações. Gostava muito dela tal como gostava da Civilização, que suponho que ainda existe.
A Civilização existe e, ao que julgo saber, está de boa saúde.
Olha a Colecção Manecas da Romano Torres!!!
Esta colecção proporcionou-me muitas horas de leitura quando era miúdo, compadre. Descobri-a num caixote, no sótão de um casarão de família: havia dezenas de livros – O Gato das Botas, O Gigante dos Cabelos de Ouro, O Aprendiz de Feiticeiro… Nunca mais esqueci estes livrinhos.
Ainda devo ter alguma coisa no Porto.
Tu, JC, não sei se tens, agora o JS, de certeza que tem e leu “O Aprendiz de Feiticeiro”. E parece que também, nunca mais o esqueceu, embora nunca tenha passado disso mesmo – de aprendiz…
Esse teve um papel fundamental n’»As Lições do Tonecas» (de José de Oliveira Cosme): era o ponto…
Sim, sim, um ponto, um grande ponto, aliás… embora sempre sem piada nenhuma. Pena é que tenha querido deixar o lugar que lhe pertencia, num buraco por baixo do palco, a sussurrar as deixas, e tenha querido saltar para o estrelato e começar a falar em voz alta para toda a plateia! Ele há mesmo gente que não se enxerga…, não há dúvida,… eles andem mesmo por aí…
Não havia uns cigarros chamados Negritas?
Havia, só que não eram princesas…
Guardo alguns em tão mau estado que um dia lembrei-me de passar pelos alfarrabistas a ver se encontrava exemplares mais bem conservados. Não tive sorte, mas fiquei a saber por eles que quando aparece um livrinho desses, vende-se logo. São histórias maravilhosas, que fizeram as delícias da minha infância, nunca mais esqueci e estimularam a minha imaginação
Nem eu, Ana.
Tenho vários livrinhos destes, cosidos e encadernados por duas tias solteironas, com capas forradas de retalhos de chita antigos. Uma maravilha.