Se me perguntassem em que ano teria acabado o “Salut les Copains”, eu arriscaria a dizer em finais dos 60’s, início dos 70’s. 44 anos numa rapariga destas, é uma eternidade! Já devia estar cheia de rugas e dos “copains”, também. Eternamente jovens, só mesmo nós…
Ana e MdSol eu também pertenço ao vosso clube. O corpo e a mente continuam fresquinhas e com muitos neurónios a funcionar. Tenho um amigo, quase centenário, que diz que na nossa mente temos a idade que quizermos. Eu acredito que é verdade!
E Françoise Hardy foi um marco na minha juventude. O meu cabelo era igual ao dela, pelo que usei o mesmo penteado durante muitos anos.
Olá Virgínia: Eu sou menos optimista do que so seu amigo! ehehe Mas, é um facto que, nem toda a gente acusa os anos da mesma maneira. Contudo, eles passam.
E, também eu, gostava da Françoise Hardy. Que era toda suavidade, a contrastar com as divas do momento. :))
É um belo clube, o nosso. Passámos por épocas de mudança fundamentais e emocionantes, de todos os géneros. Talvez seja por isso que somos flexíveis e facilmente adaptáveis, características que nos dão uma grande juventude de espírito. Sim, temos a idade que quisermos ter (desde que não passemos a vida ao espelho… 😉
Moi: 55
Moi: 51. Voilà.
Respeitinho: voilá! eheheh
:))))
Respeitinho… respeitinho… Eu sou da colheita de 51… ganho a todas!!! eheheheheh Gosto de me olhar ao espelho… vejo-me com os olhos da alma… e sei que sou bonita!
Não tenho a mínima dúvida, cara Vigínia. A bem dizer também não tenho nada de que me queixar eheheheh
E, concerteza, terei em conta o ano da colheita! eheheh
:)))
Ora, Virgínia, já houve um tempo em que estas diferenças faziam realmente… diferença. Agora é absolutamente igual. Mas o respeitinho mantém-se, claro. E não tenho dúvidas de que é bonita! 🙂
P’ ra já se mais ninguém se acusar, estou em segundo, como o Sporting rsrsrsrs E Ana está como o glorioso! ehehehe :)))))
Querida MdSol, uma das grandes mágoas da minha vida é não saber o que significa essa emoção clubista. Torço pela selecção nacional, é claro, mas isso é diferente. De qualquer maneira, parece-me que seria do Benfica, se tivesse clube. Porquê? Porque acho que o futebol é uma coisa do povo, e o Sporting parece-me sempre muito pregadinho e elitista. Será isto o embrião de uma escolha? 🙂
eheheh Ana Vidal
Já vi paixões enormes e arrebatadoras começarem por bem menos. E o futebol é um desporto popular sim. Embora, tenha começado, nos moldes modernos, nos insuspeitos colégios ingleses (isto se deixarmos de fora uns primos afastados como a soule, o cálcio antigo e outros afastadíssimos que moravam lá para a China e entre os Maias). E eu que gosto do jogo pelo jogo, mesmo sendo azulona, acho óptimo poder colaborar com alguém a ver a LUZ eheeheheh Um beijinho Ana!
:))
Ai, não me diga que vou começar a sofrer… 😉
Sorte é ser-se do FCP, ao menos tem-se alegrias e compensações!
Lembrei-me porque ainda hoje me falaram da revista, Mike. Lembro-me de que era uma espécie de bíblia, onde se sabia as novidades musicais e se aprendia as letras das canções. Quase todas francesas, claro. 🙂
Françoise Hardy
Já andou por aqui…
V. LVII. Nunca é demais.
Pois já. Hoje veio com o Dutronc. 🙂
Mas o que achei mais extraordinário foi descobrir que a revista só acabou em 2006. Não fazia ideia.
Caramba! Nem me passaria pela cabeça.
Se me perguntassem em que ano teria acabado o “Salut les Copains”, eu arriscaria a dizer em finais dos 60’s, início dos 70’s.
44 anos numa rapariga destas, é uma eternidade! Já devia estar cheia de rugas e dos “copains”, também.
Eternamente jovens, só mesmo nós…
Olha a Françoise Hardy. Era mesmo gira…
Oui.
Era gira, sim. E tinha uma vozinha afinada e doce, que condizia com o aspecto frágil.
Tous les garçons et les filles de mon âge…
Lindaaaaaaaaaaa
E ele també,!
Balhamedeus, que saudadinhas, Ana Vidal!
: )))))
Et de mon âge aussi, MdSol… estaremos velhas? Nããããããão, que ideia! 🙂
Eu não me sinto nada velha. Nadinha mesmo! E, agora estou a falar muito a sério. ehehe
:)))
Nem eu, MdSol! Estava só a brincar consigo.
Não somos velhas, temos é muita experiência… 😉
Ana e MdSol eu também pertenço ao vosso clube.
O corpo e a mente continuam fresquinhas e com muitos neurónios a funcionar.
Tenho um amigo, quase centenário, que diz que na nossa mente temos a idade que quizermos. Eu acredito que é verdade!
E Françoise Hardy foi um marco na minha juventude.
O meu cabelo era igual ao dela, pelo que usei o mesmo penteado durante muitos anos.
Olá Virgínia:
Eu sou menos optimista do que so seu amigo! ehehe Mas, é um facto que, nem toda a gente acusa os anos da mesma maneira. Contudo, eles passam.
E, também eu, gostava da Françoise Hardy. Que era toda suavidade, a contrastar com as divas do momento.
:))
É um belo clube, o nosso. Passámos por épocas de mudança fundamentais e emocionantes, de todos os géneros. Talvez seja por isso que somos flexíveis e facilmente adaptáveis, características que nos dão uma grande juventude de espírito. Sim, temos a idade que quisermos ter (desde que não passemos a vida ao espelho… 😉
Moi: 55
Moi: 51. Voilà.
Respeitinho: voilá!
eheheh
:))))
Respeitinho… respeitinho…
Eu sou da colheita de 51… ganho a todas!!!
eheheheheh
Gosto de me olhar ao espelho… vejo-me com os olhos da alma… e sei que sou bonita!
Não tenho a mínima dúvida, cara Vigínia. A bem dizer também não tenho nada de que me queixar eheheheh
E, concerteza, terei em conta o ano da colheita! eheheh
:)))
Ora, Virgínia, já houve um tempo em que estas diferenças faziam realmente… diferença. Agora é absolutamente igual. Mas o respeitinho mantém-se, claro. E não tenho dúvidas de que é bonita! 🙂
P’ ra já se mais ninguém se acusar, estou em segundo, como o Sporting rsrsrsrs E Ana está como o glorioso! ehehehe
:)))))
Querida MdSol, uma das grandes mágoas da minha vida é não saber o que significa essa emoção clubista. Torço pela selecção nacional, é claro, mas isso é diferente.
De qualquer maneira, parece-me que seria do Benfica, se tivesse clube. Porquê? Porque acho que o futebol é uma coisa do povo, e o Sporting parece-me sempre muito pregadinho e elitista. Será isto o embrião de uma escolha? 🙂
eheheh Ana Vidal
Já vi paixões enormes e arrebatadoras começarem por bem menos.
E o futebol é um desporto popular sim. Embora, tenha começado, nos moldes modernos, nos insuspeitos colégios ingleses (isto se deixarmos de fora uns primos afastados como a soule, o cálcio antigo e outros afastadíssimos que moravam lá para a China e entre os Maias).
E eu que gosto do jogo pelo jogo, mesmo sendo azulona, acho óptimo poder colaborar com alguém a ver a LUZ eheeheheh
Um beijinho Ana!
:))
Ai, não me diga que vou começar a sofrer… 😉
Sorte é ser-se do FCP, ao menos tem-se alegrias e compensações!
Do que tu te havias de lembrar, Ana… 🙂
Lembrei-me porque ainda hoje me falaram da revista, Mike. Lembro-me de que era uma espécie de bíblia, onde se sabia as novidades musicais e se aprendia as letras das canções. Quase todas francesas, claro. 🙂
http://paixaodaleitura.blogspot.com/2006/1 2/tous-les-garons-et-les-filles.html
Excusez moi, je ne sais pas faire le link.