28 comentários em “Passado presente (XCII)”

      1. Se me perguntassem em que ano teria acabado o “Salut les Copains”, eu arriscaria a dizer em finais dos 60’s, início dos 70’s.
        44 anos numa rapariga destas, é uma eternidade! Já devia estar cheia de rugas e dos “copains”, também.
        Eternamente jovens, só mesmo nós…

          1. Ana e MdSol eu também pertenço ao vosso clube.
            O corpo e a mente continuam fresquinhas e com muitos neurónios a funcionar.
            Tenho um amigo, quase centenário, que diz que na nossa mente temos a idade que quizermos. Eu acredito que é verdade!

            E Françoise Hardy foi um marco na minha juventude.
            O meu cabelo era igual ao dela, pelo que usei o mesmo penteado durante muitos anos.

          2. Olá Virgínia:
            Eu sou menos optimista do que so seu amigo! ehehe Mas, é um facto que, nem toda a gente acusa os anos da mesma maneira. Contudo, eles passam.

            E, também eu, gostava da Françoise Hardy. Que era toda suavidade, a contrastar com as divas do momento.
            :))

          3. É um belo clube, o nosso. Passámos por épocas de mudança fundamentais e emocionantes, de todos os géneros. Talvez seja por isso que somos flexíveis e facilmente adaptáveis, características que nos dão uma grande juventude de espírito. Sim, temos a idade que quisermos ter (desde que não passemos a vida ao espelho… 😉

          4. Respeitinho… respeitinho…
            Eu sou da colheita de 51… ganho a todas!!!
            eheheheheh
            Gosto de me olhar ao espelho… vejo-me com os olhos da alma… e sei que sou bonita!

          5. Não tenho a mínima dúvida, cara Vigínia. A bem dizer também não tenho nada de que me queixar eheheheh

            E, concerteza, terei em conta o ano da colheita! eheheh

            :)))

          6. Ora, Virgínia, já houve um tempo em que estas diferenças faziam realmente… diferença. Agora é absolutamente igual. Mas o respeitinho mantém-se, claro. E não tenho dúvidas de que é bonita! 🙂

          7. P’ ra já se mais ninguém se acusar, estou em segundo, como o Sporting rsrsrsrs E Ana está como o glorioso! ehehehe
            :)))))

          8. Querida MdSol, uma das grandes mágoas da minha vida é não saber o que significa essa emoção clubista. Torço pela selecção nacional, é claro, mas isso é diferente.
            De qualquer maneira, parece-me que seria do Benfica, se tivesse clube. Porquê? Porque acho que o futebol é uma coisa do povo, e o Sporting parece-me sempre muito pregadinho e elitista. Será isto o embrião de uma escolha? 🙂

          9. eheheh Ana Vidal

            Já vi paixões enormes e arrebatadoras começarem por bem menos.
            E o futebol é um desporto popular sim. Embora, tenha começado, nos moldes modernos, nos insuspeitos colégios ingleses (isto se deixarmos de fora uns primos afastados como a soule, o cálcio antigo e outros afastadíssimos que moravam lá para a China e entre os Maias).
            E eu que gosto do jogo pelo jogo, mesmo sendo azulona, acho óptimo poder colaborar com alguém a ver a LUZ eheeheheh
            Um beijinho Ana!

            :))

          10. Ai, não me diga que vou começar a sofrer… 😉

            Sorte é ser-se do FCP, ao menos tem-se alegrias e compensações!

    1. Lembrei-me porque ainda hoje me falaram da revista, Mike. Lembro-me de que era uma espécie de bíblia, onde se sabia as novidades musicais e se aprendia as letras das canções. Quase todas francesas, claro. 🙂

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