Obrigado, João. Não descortinei nenhuma igual àquela com que aprendi a escrever, porque estas são mais sofisticadas. Lembro-me que a minha era de uma cor vermelha ( a que hoje se chama bordeaux) e , claro, mergulhava-a nos tinteiros das carteiras, de onde por vezes saíam grandes borrões que davam cabo dos cadernos e da alva bata que envergava por respeito aos regulamentos.
eu aprendi a escrever com caneta de aparo e tinteiro na secretária. caneta de tinta permanente era só na quarta classe e esferográficas nem vê-las, coisas que no meu tempo eram já um anacronismo. apesar disso, gostei muito de ir à escola
Na secretária, Ana Cristina? Não seria um tinteiro de louça branca embutido num buraco próprio da carteira escolar? No Porto era carteira, mas não sei se isso é geral.
João, na Beira Baixa era “carteira” também e ainda me lembro desses tinteiros de louça branca. Mas não me lembro de usar os aparos de tinta. Só me lembro das canetas de tinta permanente. Ana
Gosto de escrever com caneta de tinta permanente, por isso, ainda uso tinteiro. Olhando para esta montra de canetas e tinteiros, recordo a minha Escola Primária com a minha carteira com o tinteiro de porcelana e as canetas de aparo para fazer as provas e os exames… Era jovem…
E o tinteiro branco, de loiça ou esmalte, embutido no tampo da carteira. Na minha primeira classe foi assim. Ainda me lembro do cheiro daquilo tudo. E dos dedos sempre esborratados de tinta.
Esta montra estava prometida ao Carlos Barbosa de Oliveira.
Só tens de escolher…
Obrigado, João. Não descortinei nenhuma igual àquela com que aprendi a escrever, porque estas são mais sofisticadas. Lembro-me que a minha era de uma cor vermelha ( a que hoje se chama bordeaux) e , claro, mergulhava-a nos tinteiros das carteiras, de onde por vezes saíam grandes borrões que davam cabo dos cadernos e da alva bata que envergava por respeito aos regulamentos.
Não te tinha visto aqui. A idade não perdoa. (Desculpa ter excluído os comentários no teu outro ‘post’, mas foi para não confundir os leitores).
Desta vez não encontrei igual à tua: acho que estão esgotadas! Hehehe…
No entanto, temos outros produtos da maior qualidade e das melhores procedências. Se quiseres pedir mais alguma coisa…
eu aprendi a escrever com caneta de aparo e tinteiro na secretária. caneta de tinta permanente era só na quarta classe e esferográficas nem vê-las, coisas que no meu tempo eram já um anacronismo. apesar disso, gostei muito de ir à escola
Na secretária, Ana Cristina? Não seria um tinteiro de louça branca embutido num buraco próprio da carteira escolar? No Porto era carteira, mas não sei se isso é geral.
João, na Beira Baixa era “carteira” também e ainda me lembro desses tinteiros de louça branca. Mas não me lembro de usar os aparos de tinta. Só me lembro das canetas de tinta permanente.
Ana
É bom sinal, Ana: juventude…
Da Beira Baixa, berço de muitos políticos da actualidade, lembro-me mais é de Monsanto, que conheci a palmo.
Todos lindos e tão românticos! Ainda gosto imenso de escrever com canetas de aparo.
(João, passe lá pela minha porta para esclarecer o seu enigma. Ou para mantê-lo. Já sabe como é a curiosidade feminina… tudo o que se diz é verdade!)
E costuma escrever com canetas de aparo no MSWord? Hehehe…
??? Importa-se de parar de falar birmanês???
Estou cada vez mais baralhada… 🙂
No que toca ao Extremo Oriente, fala um nadinha de chinês e já não é mau…
Gosto de escrever com caneta de tinta permanente, por isso, ainda uso tinteiro.
Olhando para esta montra de canetas e tinteiros, recordo a minha Escola Primária com a minha carteira com o tinteiro de porcelana e as canetas de aparo para fazer as provas e os exames…
Era jovem…
Enquanto nos recordamos disso, ainda somos jovens. Com uma vantagem: temos história para contar.
onde está secretária leia-se carteira (fugiu-me o teclado para as modernices…)
Também me pareceu. É o problema dos teclados. Com canetas de aparo era outra coisa…
E o tinteiro branco, de loiça ou esmalte, embutido no tampo da carteira. Na minha primeira classe foi assim. Ainda me lembro do cheiro daquilo tudo. E dos dedos sempre esborratados de tinta.