Passado presente (VI)


jmmcc,

 

Penas e canetas de aparo

e frascos de tinta

17 comentários em “Passado presente (VI)”

    1. Obrigado, João. Não descortinei nenhuma igual àquela com que aprendi a escrever, porque estas são mais sofisticadas. Lembro-me que a minha era de uma cor vermelha ( a que hoje se chama bordeaux) e , claro, mergulhava-a nos tinteiros das carteiras, de onde por vezes saíam grandes borrões que davam cabo dos cadernos e da alva bata que envergava por respeito aos regulamentos.

      1. Não te tinha visto aqui. A idade não perdoa. (Desculpa ter excluído os comentários no teu outro ‘post’, mas foi para não confundir os leitores).

        Desta vez não encontrei igual à tua: acho que estão esgotadas! Hehehe…

  1. eu aprendi a escrever com caneta de aparo e tinteiro na secretária. caneta de tinta permanente era só na quarta classe e esferográficas nem vê-las, coisas que no meu tempo eram já um anacronismo. apesar disso, gostei muito de ir à escola

    1. Na secretária, Ana Cristina? Não seria um tinteiro de louça branca embutido num buraco próprio da carteira escolar? No Porto era carteira, mas não sei se isso é geral.

      1. João, na Beira Baixa era “carteira” também e ainda me lembro desses tinteiros de louça branca. Mas não me lembro de usar os aparos de tinta. Só me lembro das canetas de tinta permanente.
        Ana

  2. Todos lindos e tão românticos! Ainda gosto imenso de escrever com canetas de aparo.

    (João, passe lá pela minha porta para esclarecer o seu enigma. Ou para mantê-lo. Já sabe como é a curiosidade feminina… tudo o que se diz é verdade!)

  3. Gosto de escrever com caneta de tinta permanente, por isso, ainda uso tinteiro.
    Olhando para esta montra de canetas e tinteiros, recordo a minha Escola Primária com a minha carteira com o tinteiro de porcelana e as canetas de aparo para fazer as provas e os exames…
    Era jovem…

      1. E o tinteiro branco, de loiça ou esmalte, embutido no tampo da carteira. Na minha primeira classe foi assim. Ainda me lembro do cheiro daquilo tudo. E dos dedos sempre esborratados de tinta.

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