É, compadre. A Onda Curta fascinava a miudagem, devido àqueles sons esquisitos que saíam do aparelho, cheios de línguas desconhecidas a irromper nas salas onde se encontravam estes aparelhos, hoje também peças de colecção. E a Onda Média tinha aqueles postos de pequena dimensão, a que chamávamos ‘minhocas’, cheios de publicidade cantada. Ainda hoje sei alguns desses anúncios de cor.
Além do folhetim ‘Tide’, transmitido todas as tardes para as donas-de-casa, a primeira radionovela portuguesa. Patrocinada pelo primeiro detergente popularizado em Portugal.
Heheh. Esse detergente também merece figurar aqui. Agora já não é necessário: há outros produtos bem mais eficazes para ‘branquear’ o que está (é) sujo.
Estes aparelhos antigos, com a passagem dos anos, ganharam um charme imbatível, Sofia. A ideia desta rubrica é resistir à tendência dominante do usa-e-deita-fora.
Uma rubrica digna de figurar em qualquer manual de defesa do consumidor, Pedro. Acusam-me de gostar de guardar velharias, mas se assim não fosse, não teria um exemplar desses para exibir. E tenho um daqueles móvesi com rádio- gira discos, etc, que um dia destes quando for ao Porto, vou fotografar para exibir aqui. Tem 50 anos de vida!
vou-te mandar uma fotografia de uma máquina de escrever (das primeiras) para acrescentar a esta colecção fabulosa Pedro. Pertenceu à minha Avó materna, nos seus primeiros anos em Portugal. 🙂
Bonito rádio; teve a sua época… Eu tenho algumas peças antigas, entre elas, um móvel de rádio e gira-discos, com um mapa mundo com os fusos horários. Marca Blaupunkt. Ainda tenho discos de vinil… recordações dos anos 50/60…
Belo exemplar, compadre. Onda Média e Onda Curta.
É, compadre. A Onda Curta fascinava a miudagem, devido àqueles sons esquisitos que saíam do aparelho, cheios de línguas desconhecidas a irromper nas salas onde se encontravam estes aparelhos, hoje também peças de colecção. E a Onda Média tinha aqueles postos de pequena dimensão, a que chamávamos ‘minhocas’, cheios de publicidade cantada. Ainda hoje sei alguns desses anúncios de cor.
Além do folhetim ‘Tide’, transmitido todas as tardes para as donas-de-casa, a primeira radionovela portuguesa. Patrocinada pelo primeiro detergente popularizado em Portugal.
Heheh. Esse detergente também merece figurar aqui. Agora já não é necessário: há outros produtos bem mais eficazes para ‘branquear’ o que está (é) sujo.
Pois há. Um desses produtos chama-se «a culpa há-de morrer concubina e Portugal é um país de alterne»! Hehehe…
Linda! Uma bela peça de decoração!
Estes aparelhos antigos, com a passagem dos anos, ganharam um charme imbatível, Sofia. A ideia desta rubrica é resistir à tendência dominante do usa-e-deita-fora.
Uma rubrica digna de figurar em qualquer manual de defesa do consumidor, Pedro.
Acusam-me de gostar de guardar velharias, mas se assim não fosse, não teria um exemplar desses para exibir. E tenho um daqueles móvesi com rádio- gira discos, etc, que um dia destes quando for ao Porto, vou fotografar para exibir aqui. Tem 50 anos de vida!
Adoro esses móveis, Carlos. Vê lá então se consegues um ‘boneco’.
E vende-se, Pedro? 😉
Não, Mike. Nem vender nem emprestar.
vou-te mandar uma fotografia de uma máquina de escrever (das primeiras) para acrescentar a esta colecção fabulosa Pedro. Pertenceu à minha Avó materna, nos seus primeiros anos em Portugal. 🙂
Parece que foi transmissão de pensamento, Once…
E as boas memórias continuam…
Vão continuar, vão.
Bonito rádio; teve a sua época…
Eu tenho algumas peças antigas, entre elas, um móvel de rádio e gira-discos, com um mapa mundo com os fusos horários. Marca Blaupunkt. Ainda tenho discos de vinil… recordações dos anos 50/60…
Todas essas peças antigas estão cada vez mais valorizadas. Quem não as deitou fora só ganhou com isso.