Meu caro amigo Pedro Correia, Por certo já visitou o E09, mas queria fazer-lhe o convite personalizado, também ando por lá: http://eleicoes2009.info/author/pedro-oliveira/
Dos 7 aos 77, era essa, não era? Um dos meus irmãos ainda tem imensos “Tintins”. Foi a folhear “Tintins” e outras revistas como a “À suivre” que aprendi a gostar de BD.
Um dia destes falarei aqui só sobre revistas de banda desenhada e como elas sensibilizaram toda uma geração de portugueses para gostar de cinema e pintura, Ana.
Não sabia Pedro? É verdade, pelo menos é assim que me lembro.
Mas a verdade é que a revista TinTim era muito mais que o próprio. Aliás, eu diria que muitos outros heróis eram bem melhores que o Tintim. Relembro alguns que nunca mais encontrei, como Tanaka Katana (ou lá como se chamava o soldado japonês), o Olivier Rameau, etc. Belos tempos, especialmente porque um vizinho meu (adulto, senhor para andar hoje nos seus 60 anos de idade) tinha as colecções completas e perfeitamente encadernadas juntas. Dava para ler as histórias completas de fio a pavio. Que tempos maravilhosos…
Caro João André, Ainda ontem, num alfarrabista na Baixa lisboeta, comprei 14 números avulsos da revista ‘Tintin’. Por 50 cêntimos cada. Lá estive a rever as histórias que me encantaram quando era miúdo – Luc Orient, Bruno Brazil, Comanche, Astérix, Lucky Luke, Ric Hochet, Chick Bill, Tenente Blueberry, Clorofila, Cubitus, Valérian, Corto Maltese, Blake & Mortimer e tantas, tantas outras.
Milu (Milou), o ‘fox terrier’ do Tintin (repórter belga), é um cão (macho), Virgínia. Belas histórias, estupendos desenhos (que reproduzem muitos elementos reais) e grandes mistérios, com efeito!
Pois: Milu é um ‘fox-terrier’ macho, compadre. O próprio Hergé deixou isso esclarecido. A revista ‘Tintin’ era excelente. E as histórias do Tintim também: conciliavam o desenho rigoroso e original com histórias muito bem contadas, cheias de ‘suspense’, ainda por cima em várias partes do mundo. A minha preferida é talvez ‘O Lótus Azul’, passada na China. Influenciou-me a ver aquela parte do mundo…
Vais ficar aí como peixe na água, compadre. Nós, gémeos, temos enorme capacidade de adaptação. Abraço
Costuma ser verdade. Oxalá. Abraço.
Peço desculpa pelo preciosismo, Virgínia, mas o nome dos irmãos gémeos detectives era na verdade Dupont e Dupond , respectivamente. Grande revista de BD , que assinei desde este 1º número até ao seu final !
Obrigada Luis, tem razão. Na realidade cometi dois erros neste meu comentário. Peço desculpa aos snrs. Dupont e Dupond. Peço desculpa ao Milou a quem chamei cadela; por isso o Pedro ficou admirado… Na realidade, para mim o Milou foi sempre fêmea… nunca reparei no Cartão de Cidadão!!!
Que pena, Sofia. Esta foi, com toda a certeza, a melhor revista de BD desde sempre publicada em Portugal. Não gostavas das histórias ou não tinhas nada melhor para rasgar?
Tenho n revistas do Tintim e de outros heróis da BD. Eram do meu marido quando era criança. Os outros títulos não me lembro (eram mais para rapazes ehehehe).
Meu caro amigo Pedro Correia, liveira/
Por certo já visitou o E09, mas queria fazer-lhe o convite personalizado, também ando por lá:
http://eleicoes2009.info/author/pedro-o
abraço
Bem sei, Pedro. Não tardarei a falar desse megablogue aqui. Tenho bons motivos para isso, como sabe.
Abraço
Dos 7 aos 77, era essa, não era? Um dos meus irmãos ainda tem imensos “Tintins”. Foi a folhear “Tintins” e outras revistas como a “À suivre” que aprendi a gostar de BD.
Um dia destes falarei aqui só sobre revistas de banda desenhada e como elas sensibilizaram toda uma geração de portugueses para gostar de cinema e pintura, Ana.
Tintin, o eterno menino de calça puca (calções compridos)!
A Milú era muito engraçada!
O Dupont & Dupont…
Sempre as histórias dos grandes mistérios!!!
Milu era cadela?!! Muito me conta, Virgínia.
Não sabia Pedro? É verdade, pelo menos é assim que me lembro.
Mas a verdade é que a revista TinTim era muito mais que o próprio. Aliás, eu diria que muitos outros heróis eram bem melhores que o Tintim. Relembro alguns que nunca mais encontrei, como Tanaka Katana (ou lá como se chamava o soldado japonês), o Olivier Rameau, etc. Belos tempos, especialmente porque um vizinho meu (adulto, senhor para andar hoje nos seus 60 anos de idade) tinha as colecções completas e perfeitamente encadernadas juntas. Dava para ler as histórias completas de fio a pavio. Que tempos maravilhosos…
Caro João André,
Ainda ontem, num alfarrabista na Baixa lisboeta, comprei 14 números avulsos da revista ‘Tintin’. Por 50 cêntimos cada. Lá estive a rever as histórias que me encantaram quando era miúdo – Luc Orient, Bruno Brazil, Comanche, Astérix, Lucky Luke, Ric Hochet, Chick Bill, Tenente Blueberry, Clorofila, Cubitus, Valérian, Corto Maltese, Blake & Mortimer e tantas, tantas outras.
João André:
O soldado japonês que refere chamava-se na verdade Taka Tanata. Que tempos maravilhosos, realmente…
Bem lembrado. Obrigado caro Luís. Abraço.
Milu (Milou), o ‘fox terrier’ do Tintin (repórter belga), é um cão (macho), Virgínia.
Belas histórias, estupendos desenhos (que reproduzem muitos elementos reais) e grandes mistérios, com efeito!
João, tal como a Virgínia, pensava que a Milou era cadela! Que decepção…
Pois: Milu é um ‘fox-terrier’ macho, compadre. O próprio Hergé deixou isso esclarecido. A revista ‘Tintin’ era excelente. E as histórias do Tintim também: conciliavam o desenho rigoroso e original com histórias muito bem contadas, cheias de ‘suspense’, ainda por cima em várias partes do mundo. A minha preferida é talvez ‘O Lótus Azul’, passada na China. Influenciou-me a ver aquela parte do mundo…
É isso mesmo, compadre: a história ‘O Lótus Azul’ é cheia de mistério e tem o cheiro daquelas paragens.
(Já cá estou, meio acampado ainda.)
Vais ficar aí como peixe na água, compadre. Nós, gémeos, temos enorme capacidade de adaptação.
Abraço
Costuma ser verdade. Oxalá.
Abraço.
Peço desculpa pelo preciosismo, Virgínia, mas o nome dos irmãos gémeos detectives era na verdade Dupont e Dupond , respectivamente.
Grande revista de BD , que assinei desde este 1º número até ao seu final !
Obrigada Luis, tem razão.
Na realidade cometi dois erros neste meu comentário.
Peço desculpa aos snrs. Dupont e Dupond.
Peço desculpa ao Milou a quem chamei cadela; por isso o Pedro ficou admirado…
Na realidade, para mim o Milou foi sempre fêmea… nunca reparei no Cartão de Cidadão!!!
Respectivamente??? Hehehe…
Eu destruí alguns exemplares destes. :S
Que pena, Sofia. Esta foi, com toda a certeza, a melhor revista de BD desde sempre publicada em Portugal. Não gostavas das histórias ou não tinhas nada melhor para rasgar?
Lia tudo mas depois destruía-as. Prendia as folhas aos meus pés e transformavam-se em patins. Ao menos tinha imaginação. 😉
Tenho a colecção das revistas do Tintin dos anos 60 e tenho ainda algumas do Cavaleiro Andante dos anos 50. 🙂
‘O Cavaleiro Andante’! Espantoso!
Guarde-as todas bem!
Os exemplares do Cavaleiro Andante são mais preciosos ainda, Lili. Também gostava de ter alguns.
Tenho n revistas do Tintim e de outros heróis da BD. Eram do meu marido quando era criança. Os outros títulos não me lembro (eram mais para rapazes ehehehe).
A ‘Payboy’ tinha uma óptima banda desenhada: era a que se punha por cima a tapá-la. Hehehe…
Já percebi que a BD atraía muito mais meninos do que meninas. Só ainda não entendi porquê.