Vejamos: quando à forma o L é, até, bem anguloso. Quase podia, mal comparando, chamar-lhe, nesta versão, uma letra aquilina! Porém, e porque a forma não esgota a externalização da substância (eheheh ), decididamente, por convenção ou não, cinquenta é tido como um número redondo. Ou expresso em versão romana e, nem sequer tendo terminação muito menos terminando em 0 (leia-se zero e não ó), a quantidade cinquenta deixa de ser redondinha?
EH Segunda de manhã cedo é o que dá… E, se o L não é redondo, acho que me redimi de uma hipotética má utilização do adjectivo, com esta escrita que ultrapassa as marcas dos arredondamentos eheheh Bom dia e boa semana para todos os delituosos opinativos! :))))) :))
Esta minha “Via sinuosa” de argumentação quase parece o “Jardim das Tormentas”, mais próprias de “Filhas da Babilónia” em “Terras do Demo”, a “Caminho de Santiago” onde “Andam Faunos pelos Bosques” à procura de elementos para o “Romance da Raposa”. Mais parece coisa d’ “O homem que matou o Diabo” numa “Batalha sem Fim”. Mas, nem isto é “A guerra”, nem eu sou uma d´ “As três mulheres de Sansão”, nem um “Arcanjo Negro” por “Caminhos Errados”. Serei muito mais uma “Maria Benigna”, “Cinco-réis de gente” que gosta de deixar por aqui umas “Malhadinhas”.
:))))
Hehehe…
Por exemplo, o poeta Alegre e o camarada Lello fazem-me lembrar Statler e Waldorf.
Os Marretas… marcaram uma época. A Miss Piggy e o sapo Cocas faziam um par… O cozinheio sueco com os seus ” chicken eggs” … dubidubi…ahahah… e lá voava a colher de pau! Os velhotes eram o máximo!!!
Uau, que saudade eu tenho dessa adorável bonecada!
O máximo! A gente olha para a imagem e está logo a ouvir o genérico musical, Teresa!
A Miss Piggy sempre me fez lembrar alguém…
Acho que alguém me fez sempre lembrar a Miss Piggy…
Será do cabelo? Será daquele nariz?
Será? Hehehe…
A Miss Piggy era um exemplo para todas nós. Ela é que sabia bem lidar com um homem!
Com um homem ou com um sapo?
Homens, sapos, príncipes, é tudo a mesma gente!
Cruzes! Dá p’ra escolher?
Parece que não. Isso queríamos nós. Diz que uns se transformam noutros quando menos se espera…
É questão de estar à coca. Quando menos se espera, aparece um Cocas…
Isso é mau: Não sei se sei lidar com uma Miss Piggy!
o máximo!
Os meus preferidos eram o Fozzy, o Animal e o cozinheiro sueco. Mas também gostava muito dos velhos.
Aqueles velhos dos Marretas fazem-me lembrar alguém.
A mim também. Fazem-me lembrar os tipos da Quadratura do Círculo (embora esses sejam três)
Fazem lembrar o Vasco Pulido Valente e o António Barreto
Faz lembrar o Augusto e o Santos Silva.
A ‘Quadratura do Círculo’ não é só um?
Ihhh, que saudades! Isto é do tempo em que os sapos nem precisavam de se transformar em príncipes, estavam muito bem assim!
Escolha muito boa para assinalar o número redondinho L
Nesta série era tudo bom! E foi super inovadora quando apareceu! Muito boa lembrança esta!
:)))
O ‘L’ é redondo??? Redondo não é o ‘O’???
LOL LOL LOL (cumós miúdos escrevem)
Vejamos: quando à forma o L é, até, bem anguloso. Quase podia, mal comparando, chamar-lhe, nesta versão, uma letra aquilina! Porém, e porque a forma não esgota a externalização da substância (eheheh ), decididamente, por convenção ou não, cinquenta é tido como um número redondo. Ou expresso em versão romana e, nem sequer tendo terminação muito menos terminando em 0 (leia-se zero e não ó), a quantidade cinquenta deixa de ser redondinha?
EH Segunda de manhã cedo é o que dá… E, se o L não é redondo, acho que me redimi de uma hipotética má utilização do adjectivo, com esta escrita que ultrapassa as marcas dos arredondamentos eheheh
Bom dia e boa semana para todos os delituosos opinativos!
:)))))
:))
Portanto, temos o L, que é uma letra aquilina ribeira.
Depois, temos o cinquenta, em que não há diferença entre um O e um 0!
Finalmente, temos o 50, que é um número redondinho na versão mental, mesmo que sejam 50 quadrados.
É isso? Bom dia e boa semana para si também!
Fiamos então assim:
O L é uma Letla Aquilina Libeila!
Esta minha “Via sinuosa” de argumentação quase parece o “Jardim das Tormentas”, mais próprias de “Filhas da Babilónia” em “Terras do Demo”, a “Caminho de Santiago” onde “Andam Faunos pelos Bosques” à procura de elementos para o “Romance da Raposa”. Mais parece coisa d’ “O homem que matou o Diabo” numa “Batalha sem Fim”. Mas, nem isto é “A guerra”, nem eu sou uma d´ “As três mulheres de Sansão”, nem um “Arcanjo Negro” por “Caminhos Errados”. Serei muito mais uma “Maria Benigna”, “Cinco-réis de gente” que gosta de deixar por aqui umas “Malhadinhas”.
:))))
Hehehe…
Por exemplo, o poeta Alegre e o camarada Lello fazem-me lembrar Statler e Waldorf.
Os Marretas… marcaram uma época.
A Miss Piggy e o sapo Cocas faziam um par…
O cozinheio sueco com os seus ” chicken eggs” … dubidubi…ahahah… e lá voava a colher de pau!
Os velhotes eram o máximo!!!
Excelente lembrança, Teresa! Os Marretas eram o máximo. Ainda ontem me lembrei deles.