Passado presente (L)


Teresa Ribeiro,

Os Marretas

30 comentários em “Passado presente (L)”

  1. Escolha muito boa para assinalar o número redondinho L
    Nesta série era tudo bom! E foi super inovadora quando apareceu! Muito boa lembrança esta!

    :)))

      1. LOL LOL LOL (cumós miúdos escrevem)

        Vejamos: quando à forma o L é, até, bem anguloso. Quase podia, mal comparando, chamar-lhe, nesta versão, uma letra aquilina! Porém, e porque a forma não esgota a externalização da substância (eheheh ), decididamente, por convenção ou não, cinquenta é tido como um número redondo. Ou expresso em versão romana e, nem sequer tendo terminação muito menos terminando em 0 (leia-se zero e não ó), a quantidade cinquenta deixa de ser redondinha?

        EH Segunda de manhã cedo é o que dá… E, se o L não é redondo, acho que me redimi de uma hipotética má utilização do adjectivo, com esta escrita que ultrapassa as marcas dos arredondamentos eheheh
        Bom dia e boa semana para todos os delituosos opinativos!
        :)))))
        :))

        1. Portanto, temos o L, que é uma letra aquilina ribeira.

          Depois, temos o cinquenta, em que não há diferença entre um O e um 0!

          Finalmente, temos o 50, que é um número redondinho na versão mental, mesmo que sejam 50 quadrados.

          É isso? Bom dia e boa semana para si também!

          1. Fiamos então assim:

            O L é uma Letla Aquilina Libeila!

            Esta minha “Via sinuosa” de argumentação quase parece o “Jardim das Tormentas”, mais próprias de “Filhas da Babilónia” em “Terras do Demo”, a “Caminho de Santiago” onde “Andam Faunos pelos Bosques” à procura de elementos para o “Romance da Raposa”. Mais parece coisa d’ “O homem que matou o Diabo” numa “Batalha sem Fim”. Mas, nem isto é “A guerra”, nem eu sou uma d´ “As três mulheres de Sansão”, nem um “Arcanjo Negro” por “Caminhos Errados”. Serei muito mais uma “Maria Benigna”, “Cinco-réis de gente” que gosta de deixar por aqui umas “Malhadinhas”.

            :))))

  2. Os Marretas… marcaram uma época.
    A Miss Piggy e o sapo Cocas faziam um par…
    O cozinheio sueco com os seus ” chicken eggs” … dubidubi…ahahah… e lá voava a colher de pau!
    Os velhotes eram o máximo!!!

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