Suzuki SW-1 (Japão, 1991)*
* — Série especial limitada (‘jubileu’ comemorativo dos 50 anos de exportações) destinada a coleccionadores do mercado interno. Raras unidades exportadas (só conheço a exportação de cinco para Hong Kong) e nenhuma vendida na Europa. Por isso é que disto já não há. Até porque esta é minha (com quase 20 anos e menos de 10 mil quilómetros, continua como estava no primeiro dia).


Amén! (segue-se a respectiva genuflexão perante a imagem)
:))))))))))
Linda, mesmo para analfabetas motorizadas como eu.
Mesmo?
Mesminho, mesminho.
Uau ! belíssima seu sortudo.
Lá isso é verdade.
Já pude constatar que não reúne a nível estético um consenso unânime, mas que se lixem, os invejosos, é disso que se trata.
Além do mais é uma Suzuki. Se algum dia quiser tirar as teias de aranha aos pneus, tem aqui um companheiro de viagem.
Vamos a isso. E não há teis de aranha, porque ela anda pouco, mas anda regularmente.
É só dizer dia e hora. Mas não tenho de ir de PAn até à China, não?
Se bem que a ideia não me tenha já passado pela cabeça, mas….
Nã-nã… Só até aos Açores.
Mas a mota, apesar de parecer, a minha, não é um barco….
Tsss Tsss
Incrível, tenho aí família e nunca aí fui….
Um dia destes.
Sou fã da Pan. Venha até cá conhecer esta que aqui vê antes que acabe por ser vendida. Mas só a um coleccionador, claro.
João Carvalho e Tozé Canaveira !!!!! Sádicos !!!!!!! Pois como sabem que eu a tal Matchless só a tenho de fotografia, zás, toma lá a Suzuki !!! Hei-de arranjar uma Solex para me juntar ao passeio !!! Almas empedernidas…
Pois apareça, Fernando, mesmo sem a Solex.
E só para deixar os delituosos ainda mais invejosos… eu já andei nela, nesta mesmo! E disto já não há!
Pois andaste.
Olá. Revejo aqui uma minha velha conhecida.
Também acho que sim.
Bonito espécime que não conhecia. Afinal já não tenho que me sentir tão mal por andar numa antiguidade (K100LT) um “panzer” já também em idade adulta. Há por aí mais gente que vai mantendo as paixões antigas… saúde e sorte para a manter na família.
Acho que ainda somos muitos. O sabor das velhas receitas, os carburadores afinados de ouvido, a poluição encarada a gosto, a mudança de velocidades com dupla embraiagem… isto anda tudo ligado.
Uau …Essa é, mesmo , muito especial, João – é sua e muito bonita – não a venda – imagino o negócio que faria se a alugasse…Por exemplo: nos casamentos, como transporte de noivos. Olhe que eu já vi, dois jovens, recém-casados irem da Igreja até ao local da boda de mota (ou moto?). A minha intuição faz-me crer que, a partir de agora, será uma “tendência”…:))
Uma moto em vez do tradicional carro dos noivos? É uma ideia. Mas não sei se alugarei para um casamento ‘gay’. Hehe…
Ainda anda? Tem quem cuide dela, está visto.
Anda sempre, Sérgio. Pouco, mas sempre.
Tenho a impressão que já tive algo de muito parecido a esta na minha garagem…
Talvez, mas como esta é única…
…é então como a minha garagem: também é única…
… Para tantos carros e motos.