Reconheço a Sue Ellen, o Bob ( Patrick Duffy?), -que era o bonzinho casado com a boazona – o JR, a neta cujo nome não me lembro e o da esquerda talvez seja o paí, mas não tenho a certeza
Os sobreviventes do elenco principal de ‘Dallas’. Da esquerda para a direita: Ray (Steve Kanaly), Lucy Ewing (Charlene Tilton), J. R. Ewing (Larry Hagman), Bobby Ewing (Patrick Duffy) e Sue Ellen Ewing (Linda Gray). Só falta Victoria, a Principal.
Já disseram os nomes todos, mas lembrava-me bem deles. A minilucy era irritantíssima, com o cabelo até aos saltos dos sapatos e nada no meio.
Os primeiros tempos da série foram empolgantes (era diferente de tudo o resto que havia na tv) mas depois nunca mais acabava, uma seca. Como o Fugitivo, lembras-te? Nunca mais aparecia o maneta!
O raio do Maneta não havia maneira de aparecer. Era como o cemitério do Odorico, que nunca mais se inaugurava. O ‘Dallas’, como diziam os soviéticos, tinha essa parte interessante de mostrar a ‘degenerescência do sistema capitalista’, coisa que ainda não percebi muito bem o que é. Talvez entenda quando revisitar a série em DVD.
Dallas.
…ou como dizia o outro, “antes dallas que levá-llas”!…
Essa era, aliás, a regra de conduta do JR.
Nem mais, Dallas. A Sue Ellen, o J.R., provavelmente a Lucy e não me lembro dos nomes dos outros dois, acho que um pelo menos é irmão do J.R.
Ena! Cowboys, cowgirls e o homem da Atlântida.
Cumpts.
Sue Ellen, Bobby, JR, e o outro…clif barnes?
Reconheço a Sue Ellen, o Bob ( Patrick Duffy?), -que era o bonzinho casado com a boazona – o JR, a neta cujo nome não me lembro e o da esquerda talvez seja o paí, mas não tenho a certeza
Os sobreviventes do elenco principal de ‘Dallas’. Da esquerda para a direita: Ray (Steve Kanaly), Lucy Ewing (Charlene Tilton), J. R. Ewing (Larry Hagman), Bobby Ewing (Patrick Duffy) e Sue Ellen Ewing (Linda Gray). Só falta Victoria, a Principal.
Victoria, mas não a Principal. Principais, isso sim: são duas. À altura do peito.
Esta era daquelas que nunca mais acabava. Nunca me despertou grande atenção.
Esta foi a primeira série televisiva americana a ser exibida na TV soviética, Daniel. Diziam eles que mostrava bem a «decadência do capitalismo».
Já disseram os nomes todos, mas lembrava-me bem deles. A minilucy era irritantíssima, com o cabelo até aos saltos dos sapatos e nada no meio.
Os primeiros tempos da série foram empolgantes (era diferente de tudo o resto que havia na tv) mas depois nunca mais acabava, uma seca. Como o Fugitivo, lembras-te? Nunca mais aparecia o maneta!
O raio do Maneta não havia maneira de aparecer. Era como o cemitério do Odorico, que nunca mais se inaugurava. O ‘Dallas’, como diziam os soviéticos, tinha essa parte interessante de mostrar a ‘degenerescência do sistema capitalista’, coisa que ainda não percebi muito bem o que é. Talvez entenda quando revisitar a série em DVD.