Quem inventou isto devia ser sádico. Tenho as memórias mais tenebrosas dessas colheradas, mas havia uma compensação também em forma de medicamento: o Iodarsolo (alguém se lembra?) que sabia a vinho do Porto e eu adorava. Sim, sim, já na infância…
Também tomei desse xarope “à colher” – distribuído pela minha professora (no tempo da escola primária) um dia por semana, a todas as alunas, com a mesma colher, em fila indiana, de boca aberta para receber o “elixir”….;)) Ah, a seguir , no meu caso e de mais algumas (as que tinham esse previlégio), comíamos uma laranja para desfazer a sensação desagradável….Esse é o que eu posso chamar um “passado de má memória”, João, pelo sabor e contexto ;))
Tomei disto ainda à colher, pouco tempo. Depois, em pequenas cápsulas vermelhas, salvo erro chamadas Halibut. Detestava o ‘xarope’. Mas gostava das cápsulas e das caixinhas onde vinham. Nunca mais as vi.
Tomei-o em criança, uma colherada antes da sopa e tentava não respirar, por causa do seu, horrível, mau gosto 🙂
Sei bem o que isso era…
Também tomei muito disto em criança (como quase todos os da minha geração, penso) e julgo que é por isso que ainda hoje tenho “bons fígados”. Será?
E dos confins da memória ressuscitou um paladar que julgava esquecido. blhef…
Lá isso é verdade: só de pensar no paladar sente-se imediatamente o gosto dessa horrível memória.
Quem inventou isto devia ser sádico. Tenho as memórias mais tenebrosas dessas colheradas, mas havia uma compensação também em forma de medicamento: o Iodarsolo (alguém se lembra?) que sabia a vinho do Porto e eu adorava. Sim, sim, já na infância…
Também me lembro. Quase (quase!) dava para compensar este.
Felizmente, o óleo de fígado de bacalhau (e o seu péssimo sabor) é para mim apenas uma lenda… 🙂
Nem imagina a sorte que tem, João.
Também tomei desse xarope “à colher” – distribuído pela minha professora (no tempo da escola primária) um dia por semana, a todas as alunas, com a mesma colher, em fila indiana, de boca aberta para receber o “elixir”….;))
Ah, a seguir , no meu caso e de mais algumas (as que tinham esse previlégio), comíamos uma laranja para desfazer a sensação desagradável….Esse é o que eu posso chamar um “passado de má memória”, João, pelo sabor e contexto ;))
Ainda teve alguma sorte. Se fosse hoje, todas com a mesma colher, era capaz de apanhar com alguma pandemia em cima…
(A gente estranha a sua ausência, Maria.)
É sempre bom saber-se que sentem a nossa ausência, obrigada, João…;))
Estive doente, coisa pouca, já estou a ficar melhor.
Então faço votos para que se recomponha totalmente bem depressa. E não nos deixe neste sufoco…
Tomei disto ainda à colher, pouco tempo. Depois, em pequenas cápsulas vermelhas, salvo erro chamadas Halibut. Detestava o ‘xarope’. Mas gostava das cápsulas e das caixinhas onde vinham. Nunca mais as vi.