Boa para sangria (diziam). Embora nessa época o que mais se usava nas sangrias, por cá, fossem as gasosas espanholas. Lembro-me bem de uma delas, a Casera.
A Schweppes Portugal é uma empresa da Orangina Group, companhia independente focada no fabrico, distribuição e comercialização de refrigerantes com vendas em mais de 30 países.
Na Schweppes Portugal orgulhamo-nos da nossa herança histórica. A origem da empresa remonta a 1926, ano em que foi criada, na Venda do Pinheiro, a “Fafil – Francisco Alves & Filho, Lda.”, empresa produtora de refrigerantes, responsável pela comercialização do célebre “Pirolito” nos anos 50, da gasosa “Convento” nos anos 60 e, anos mais tarde, pelo lançamento da primeira marca deste sector com sucesso a nível nacional, a Laranjina C.
Em 1970 é introduzida em Portugal a TriNaranjus, marca que é até aos dias de hoje, agora sob o nome de TriNa, uma das principais do mercado português.
Em 1990 a Fafil é adquirida pela Cadbury Schweppes, tendo adoptado a designação que tem hoje, Schweppes Portugal, em 1996. Em 2008, a marca Schweppes comemora 225 anos de existência daquele que foi o primeiro refrigerante com gás no mundo. No decorrer deste ano entrou em vigor um acordo global de distribuição de todas as suas marcas com a Sociedade Central de Cervejas.
A Schweppes Portugal possui um portfólio diferenciado de marcas, estando presente na grande maioria de segmentos de Sumos e Refrigerantes. Conta com marcas ícones como TriNa e Schweppes, que possuem o estatuto de indispensáveis e insubstituíveis junto de clientes e consumidores. A sua oferta completa-se com outras marcas de grande potencial como Champomy, Vital TriNa, T! de TriNa, Energade, Pink Fish e La Casera. As suas marcas estão presentes em todos os canais de distribuição e cobrem 100% do território nacional.
A filosofia da companhia passa por escutar e compreender as necessidades dos consumidores e oferecer excelentes produtos que satisfaçam as suas expectativas, contribuindo desta forma para o crescimento do negócio dos nossos clientes. Da mesma forma, sempre procurou manter excelentes relações com os seus fornecedores, num contexto de desenvolvimento sustentado de todos os parceiros de negócio. Respeitar a dignidade dos seus colaboradores, recompensá-los de forma justa em função das suas competências e do seu desempenho, e valorizar a diversidade são directrizes das quais a empresa não abdica.
A medida do nosso sucesso é o valor que criamos para os accionistas do grupo internacional a que pertencemos, como retorno da confiança depositada
Acreditamos que a boa ética e as boas práticas empresariais se combinam de forma natural para produzir os melhores resultados para todas as partes envolvidas. :))
Pois, pois, mas o que falta dizer é que o acordo de distribuição com Central de Cervejas implicou o fecho da fabrica da Schweppes na Venda do Pinheiro, mandou para o desemprego mais umas dezenas de trabalhadores seguramente, e foi para Espanha produzir para depois mandar para cá… Acredito que produzam os melhores resultados, mas não para todas as partes envolvidas. È triste, mas é verdade….
Não resisto a partilhar as lembranças que me traz a imagem desta carica. Para além do tempo que passei a brincar na rua com estes pequenos objectos, esta fotografia recordou-me os dias passados em casa dos meus avós (nos anos 70 do século passado), numa aldeia da Beira Alta, onde, ao final de um dia de trabalho, os homens (só os homens) vinham refrescar-se, antes de regressarem às suas casas. É que ali era o único “comércio” da aldeia e, à falta de espaço adequado para instalar mesas e cadeiras, era no pequeno pátio da casa que se sentavam todos os que vinham beber uma Sagres, um Sumol, uma Schweppes , ou outra bebida e dar uns dedos de conversa. Nunca percebi como é que naquele pequeno frigorífico lá de casa cabiam tantas garrafas! Depois do “comércio” dos meus avós encerrar, durante alguns anos, quem queria beber qualquer coisa tinha que ir à aldeia mais próxima. Actualmente já há um café/restaurante. O que não se vê são homens a regressarem do trabalho do campo ao fim da tarde.
Disto nunca bebi. Era bom?
Nem bom nem mau, antes pelo contrário. Era imensamente gasosa.
Boa para sangria (diziam). Embora nessa época o que mais se usava nas sangrias, por cá, fossem as gasosas espanholas. Lembro-me bem de uma delas, a Casera.
Sim, sim. E antes da gasosa era o pirolito.
A Schweppes Portugal é uma empresa da Orangina Group, companhia independente focada no fabrico, distribuição e comercialização de refrigerantes com vendas em mais de 30 países.
Na Schweppes Portugal orgulhamo-nos da nossa herança histórica. A origem da empresa remonta a 1926, ano em que foi criada, na Venda do Pinheiro, a “Fafil – Francisco Alves & Filho, Lda.”, empresa produtora de refrigerantes, responsável pela comercialização do célebre “Pirolito” nos anos 50, da gasosa “Convento” nos anos 60 e, anos mais tarde, pelo lançamento da primeira marca deste sector com sucesso a nível nacional, a Laranjina C.
Em 1970 é introduzida em Portugal a TriNaranjus, marca que é até aos dias de hoje, agora sob o nome de TriNa, uma das principais do mercado português.
Em 1990 a Fafil é adquirida pela Cadbury Schweppes, tendo adoptado a designação que tem hoje, Schweppes Portugal, em 1996. Em 2008, a marca Schweppes comemora 225 anos de existência daquele que foi o primeiro refrigerante com gás no mundo. No decorrer deste ano entrou em vigor um acordo global de distribuição de todas as suas marcas com a Sociedade Central de Cervejas.
A Schweppes Portugal possui um portfólio diferenciado de marcas, estando presente na grande maioria de segmentos de Sumos e Refrigerantes. Conta com marcas ícones como TriNa e Schweppes, que possuem o estatuto de indispensáveis e insubstituíveis junto de clientes e consumidores. A sua oferta completa-se com outras marcas de grande potencial como Champomy, Vital TriNa, T! de TriNa, Energade, Pink Fish e La Casera.
As suas marcas estão presentes em todos os canais de distribuição e cobrem 100% do território nacional.
A filosofia da companhia passa por escutar e compreender as necessidades dos consumidores e oferecer excelentes produtos que satisfaçam as suas expectativas, contribuindo desta forma para o crescimento do negócio dos nossos clientes. Da mesma forma, sempre procurou manter excelentes relações com os seus fornecedores, num contexto de desenvolvimento sustentado de todos os parceiros de negócio.
Respeitar a dignidade dos seus colaboradores, recompensá-los de forma justa em função das suas competências e do seu desempenho, e valorizar a diversidade são directrizes das quais a empresa não abdica.
A medida do nosso sucesso é o valor que criamos para os accionistas do grupo internacional a que pertencemos, como retorno da confiança depositada
Acreditamos que a boa ética e as boas práticas empresariais se combinam de forma natural para produzir os melhores resultados para todas as partes envolvidas.
:))
Mais uma lição de Mestre.
Rendo-me a tanta sabedoria.
Pois, pois, mas o que falta dizer é que o acordo de distribuição com Central de Cervejas implicou o fecho da fabrica da Schweppes na Venda do Pinheiro, mandou para o desemprego mais umas dezenas de trabalhadores seguramente, e foi para Espanha produzir para depois mandar para cá…
Acredito que produzam os melhores resultados, mas não para todas as partes envolvidas.
È triste, mas é verdade….
Pedro Faria
Lembro-me desta e da laranjada. Como diz o João Carvalho era muito gasosa e, se bem me lembro, muito doce.
:)))
Muito antes de haver Sprite ou 7Up em Portugal.
Sim. Sprite e 7up são umas modernices eheheh
:)))
Não resisto a partilhar as lembranças que me traz a imagem desta carica. Para além do tempo que passei a brincar na rua com estes pequenos objectos, esta fotografia recordou-me os dias passados em casa dos meus avós (nos anos 70 do século passado), numa aldeia da Beira Alta, onde, ao final de um dia de trabalho, os homens (só os homens) vinham refrescar-se, antes de regressarem às suas casas. É que ali era o único “comércio” da aldeia e, à falta de espaço adequado para instalar mesas e cadeiras, era no pequeno pátio da casa que se sentavam todos os que vinham beber uma Sagres, um Sumol, uma Schweppes , ou outra bebida e dar uns dedos de conversa. Nunca percebi como é que naquele pequeno frigorífico lá de casa cabiam tantas garrafas!
Depois do “comércio” dos meus avós encerrar, durante alguns anos, quem queria beber qualquer coisa tinha que ir à aldeia mais próxima.
Actualmente já há um café/restaurante. O que não se vê são homens a regressarem do trabalho do campo ao fim da tarde.