Os Super Constellation ficaram na História da aviação comercial. Faziam viagens de médio e longo curso e não caíam, mas também é certo que voavam muito menos.
Muito lindo, este avião, numa época em que a Sud-Aviation já começava a lançar os seus moderníssimos “Caravelle”, a jacto. Agora, observando melhor a fotografia, reparo que se pode ver o Churchill a atravessar o Tamisa num daqueles barcos no meio do rio (no da esquerda).
Eu diria, caro João, sobre Nova Iorque, vindo de Londres… O Constelation era uma pérola da aviação! Se gosta de aviões, considere-se convidado a visitar o “Pássaro de Ferro”, um blog que mantenho há mais de 3 anos, inteiramente dedicado a eles.
João: Bem me queria parecer que tinhas metido água, não do rio Tamisa, mas sim do Hudson! E com isso fizeste-ma metê-la também! Afinal o careca no barco, não era o Churchill, mas sim o Eisenhower, daí a descontracção no vestir… Um abraço.
Os Super Constellation ficaram na História da aviação comercial. Faziam viagens de médio e longo curso e não caíam, mas também é certo que voavam muito menos.
Muito lindo, este avião, numa época em que a Sud-Aviation já começava a lançar os seus moderníssimos “Caravelle”, a jacto. Agora, observando melhor a fotografia, reparo que se pode ver o Churchill a atravessar o Tamisa num daqueles barcos no meio do rio (no da esquerda).
É mesmo. Não o reconheci logo por causa do modo de vestir, que ele raramente andava assim. Tamisa aberta…
Boa, eheheheh… 🙂
Parece o Ahmadinejad. Ou o Louçã.
Sobre Londres? De certeza que não…
Pode ser que não. O original diz que sim: Londres, 1955.
O essencial é outra coisa: a fotografia é linda e o avião é um prodígio, mas “aquilo” é Nova Iorque. 🙂
Se tive dúvidas, apesar da informação original, já as pus de lado e fui corrigir, reparou?
Realmente, a foto e o aparelho fizeram um registo fabuloso.
Eu diria, caro João, sobre Nova Iorque, vindo de Londres…
O Constelation era uma pérola da aviação!
Se gosta de aviões, considere-se convidado a visitar o “Pássaro de Ferro”, um blog que mantenho há mais de 3 anos, inteiramente dedicado a eles.
Cumprimentos.
A. Luís
Londres, 1955 – diz o original. Mas cheira-me que tem razão. Não é grave.
Era um belíssimo aparelho. Irei ao seu ‘Pássaro de Ferro’, sim.
João: Bem me queria parecer que tinhas metido água, não do rio Tamisa, mas sim do Hudson! E com isso fizeste-ma metê-la também! Afinal o careca no barco, não era o Churchill, mas sim o Eisenhower, daí a descontracção no vestir…
Um abraço.
O Eisenhower, amigo do Hudson. Tamisa fechada.
Mas que bela fotografia !
Também achei que sim.
Lindo!
Fantásticos, foto e avião.