14 comentários em “Passado presente (CVI)”

  1. Conforme se lê no ‘link’, este carro foi inicialmente adquirido a um particular, em 1966, pela Policia de Viacção e Transito (PVT), para substituir um outro Porsche acidentado numa missão.

    Por um lado, a necessidade de um automóvel de prestígio para representação em cerimónias oficiais e, por outro, os limites orçamentais, levaram a PVT a comprar este carro em segunda mão. Pouco mais de meio ano após a compra, fez parte da escolta ao Papa Paulo VI durante visita a Fátima.

    Obteve o estatuto de clássico nos anos 90 e possui actualmente um ‘palmarés’ notável, com presenças em diversos ralis de automóveis antigos, incluindo uma participação como concorrente numa Volta a Portugal.

    É hoje uma bela referência em provas nacionais para clássicos e continua a acompanhar com regularidade alguns ralis específicos, com dois agentes fardados.

    1. Na verdade, a compra foi em terceira mão. O carro é de 1961, o segundo proprietário comprou-o em 1964 por 72 mil escudos e a PVT comprou-o em 1966 pelos mesmos 72 contos, em óptimo estado.
      Um pormenor: a PVT pagou-o em três prestações ao particular.

          1. Por causa dos óculos escuros? Mas que maçada. Daiam um ar tão, como hei-de dizer, tão, tão aos senhores guardas…

  2. Olá João!
    O Porsche 356 é belíssimo e marcou uma época de ouro na marca. Este que aqui nos trazes, quanto a mim, tem dois pequenos “senãos”: o primeiro é ser um cabrio que, como sabes, não faz muito o meu estilo, mas que sei que tu adoras; o segundo é tratar-se de «um militar»… No entanto, pensando melhor, talvez até nem me importasse de o ter, pois como se dizia na tropa “chuva civil, não molha Porsche militar”.
    Um grande Abraço.

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