Conforme se lê no ‘link’, este carro foi inicialmente adquirido a um particular, em 1966, pela Policia de Viacção e Transito (PVT), para substituir um outro Porsche acidentado numa missão.
Por um lado, a necessidade de um automóvel de prestígio para representação em cerimónias oficiais e, por outro, os limites orçamentais, levaram a PVT a comprar este carro em segunda mão. Pouco mais de meio ano após a compra, fez parte da escolta ao Papa Paulo VI durante visita a Fátima.
Obteve o estatuto de clássico nos anos 90 e possui actualmente um ‘palmarés’ notável, com presenças em diversos ralis de automóveis antigos, incluindo uma participação como concorrente numa Volta a Portugal.
É hoje uma bela referência em provas nacionais para clássicos e continua a acompanhar com regularidade alguns ralis específicos, com dois agentes fardados.
Na verdade, a compra foi em terceira mão. O carro é de 1961, o segundo proprietário comprou-o em 1964 por 72 mil escudos e a PVT comprou-o em 1966 pelos mesmos 72 contos, em óptimo estado. Um pormenor: a PVT pagou-o em três prestações ao particular.
Por causa dos óculos escuros? Mas que maçada. Daiam um ar tão, como hei-de dizer, tão, tão aos senhores guardas…
Daiam mesmo. Hehe…
Olá João! O Porsche 356 é belíssimo e marcou uma época de ouro na marca. Este que aqui nos trazes, quanto a mim, tem dois pequenos “senãos”: o primeiro é ser um cabrio que, como sabes, não faz muito o meu estilo, mas que sei que tu adoras; o segundo é tratar-se de «um militar»… No entanto, pensando melhor, talvez até nem me importasse de o ter, pois como se dizia na tropa “chuva civil, não molha Porsche militar”. Um grande Abraço.
Conforme se lê no ‘link’, este carro foi inicialmente adquirido a um particular, em 1966, pela Policia de Viacção e Transito (PVT), para substituir um outro Porsche acidentado numa missão.
Por um lado, a necessidade de um automóvel de prestígio para representação em cerimónias oficiais e, por outro, os limites orçamentais, levaram a PVT a comprar este carro em segunda mão. Pouco mais de meio ano após a compra, fez parte da escolta ao Papa Paulo VI durante visita a Fátima.
Obteve o estatuto de clássico nos anos 90 e possui actualmente um ‘palmarés’ notável, com presenças em diversos ralis de automóveis antigos, incluindo uma participação como concorrente numa Volta a Portugal.
É hoje uma bela referência em provas nacionais para clássicos e continua a acompanhar com regularidade alguns ralis específicos, com dois agentes fardados.
Não fazia ideia desta história curiosa, João. Nem sabia que havia um carro deste calibre na polícia de trânsito.
Pois aqui tem. E, aqui para nós, não me importava nada de ter um carro igual.
Com o tinóni e tudo?
Se fosse este, sim, seria para manter. Se fosse um ‘civil’, melhor ainda.
Pensando melhor: ele começou por ser ‘civil’, voltaria a sê-lo.
Claro que lá em cima, na segunda linha, as palavras certas são “Viação” e “Trânsito”.
Na verdade, a compra foi em terceira mão. O carro é de 1961, o segundo proprietário comprou-o em 1964 por 72 mil escudos e a PVT comprou-o em 1966 pelos mesmos 72 contos, em óptimo estado.
Um pormenor: a PVT pagou-o em três prestações ao particular.
Vrrruuuuuummmmmmmmmmm
Foi assim que a antiga PVT deu cabo do primeiro Porsche…
Por causa dos óculos escuros? Mas que maçada. Daiam um ar tão, como hei-de dizer, tão, tão aos senhores guardas…
Daiam mesmo. Hehe…
Olá João!
O Porsche 356 é belíssimo e marcou uma época de ouro na marca. Este que aqui nos trazes, quanto a mim, tem dois pequenos “senãos”: o primeiro é ser um cabrio que, como sabes, não faz muito o meu estilo, mas que sei que tu adoras; o segundo é tratar-se de «um militar»… No entanto, pensando melhor, talvez até nem me importasse de o ter, pois como se dizia na tropa “chuva civil, não molha Porsche militar”.
Um grande Abraço.
Este começou por ser ‘civil’, Luís, como podes ver pela história dele. Está mesmo a pedir que o façam regressar às origens…