Eu vi na estreia em Portugal, Daniel, e foi uma das séries que mais me tocaram. Nunca tinha pensado nisto, mas suponho que foi um dos factores que me levaram, alguns anos depois, a radicar-me no Oriente. Esta série levava-nos naturalmente ao encontro da sabedoria oriental. Hoje posso dizer que só me fez bem.
Como aconteceu contigo, esta série foi uma das responsáveis pela minha curiosidade sobre o Oriente. Era um mundo estranho e distante, muito bem personalizado no David Carradine. Boa lembrança.
Foi exactamente o que aconteceu comigo, Ana. Na mesma época, vi Carradine em dois filmes excelentes, que nunca mais revi mas que guardo na memória: ‘Caminho para a Glória’, de Hal Ashby, e ‘O Ovo da Serpente’, de Ingmar Bergman.
Gostava da série. Via-a. Mas sabe? Ao ver esta sua evocação, o episódio da morte estapafúrdia do D. Carradine sobrepôs-se à memória da série. Não devia, pois não? É a vida …
Vi em reposição e adorava.
Eu vi na estreia em Portugal, Daniel, e foi uma das séries que mais me tocaram. Nunca tinha pensado nisto, mas suponho que foi um dos factores que me levaram, alguns anos depois, a radicar-me no Oriente. Esta série levava-nos naturalmente ao encontro da sabedoria oriental. Hoje posso dizer que só me fez bem.
Foi uma série e peras.
Marcou uma época, influenciou toda uma geração de jovens telespectadores.
Como aconteceu contigo, esta série foi uma das responsáveis pela minha curiosidade sobre o Oriente. Era um mundo estranho e distante, muito bem personalizado no David Carradine. Boa lembrança.
Foi exactamente o que aconteceu comigo, Ana. Na mesma época, vi Carradine em dois filmes excelentes, que nunca mais revi mas que guardo na memória: ‘Caminho para a Glória’, de Hal Ashby, e ‘O Ovo da Serpente’, de Ingmar Bergman.
Gostava da série. Via-a. Mas sabe? Ao ver esta sua evocação, o episódio da morte estapafúrdia do D. Carradine sobrepôs-se à memória da série. Não devia, pois não? É a vida …
:))))
Prefiro lembrar os anos da (nossa) inocência, Maria do Sol.