Este era um dos símbolos mais omnipresentes no quotidiano português quando alguns de nós dávamos os primeiros passos e as nossas colegas de blogue ainda não tinham nascido.
Aqui em Oeiras há uma farmácia e uma clínica médica Sacoor , nome de uma família ismaelita. Não sei se é do mesmo ramo da família da marca de vestuário.
Sempre que vejo este símbolo, lembro-me de uma das minhas avós – muito alta – que depois de fazer uma viagem de automóvel mais ou menos longa, onde não havia espaço suficiente para a sua elevada estatura, sempre se queixava: – “Ai meus queridos, estou como o S da Sacor”…
A tradição tem muita força, Pedro. Nos anos 60 a Sacor dominava os postos de venda de combustível nas estradas portuguesas (havia também a Sonap, a Shell, a Mobil e a BP).
Que saudades, tras-me á memória os anos vividos no meu velhinho Bairro da Sacor,antigo Bairro Dr. Oliveira Salazar, mais tarde Bairro da Petrogal e/ou Bairro da Primavera, que era um bairro operário, só para funcionários da Sacor. Muitas e boas memórias.
Olá, também eu tenho saudades do bairro como era lindo com os potes enormes de barro com flores, todo relvado, as ruas todas floridas, agora de flores resta-lhes o nomes das ruas. As festas que se lá faziam,os bailaricos com os Dilectos 5 e outros. Hoje vê-lo todo degradado é muito depermente. Alice Santos
É lamentável, de facto, que esteja tão degradado. E hoje, Dia de Santo António, as memórias desses tempos contrastam ainda mais com a degradação actual.
Ena! Foi Sacor para cima de muito tempo. Depois, rapidamente, passou de Sacor a Petrogal, de Petrogal a Galp e o mais que se verá.
Este era um dos símbolos mais omnipresentes no quotidiano português quando alguns de nós dávamos os primeiros passos e as nossas colegas de blogue ainda não tinham nascido.
Agora só há a Sacoor, roupas refinadas. Tudo muda…
Não há saco para as vogais dobradas…
Aqui em Oeiras há uma farmácia e uma clínica médica Sacoor , nome de uma família ismaelita. Não sei se é do mesmo ramo da família da marca de vestuário.
Aqui em Leça, a rua da refinaria continua a ser a “Rua da Sacor”.
Caso para dizer que aí o passado continua presente.
Sempre que vejo este símbolo, lembro-me de uma das minhas avós – muito alta – que depois de fazer uma viagem de automóvel mais ou menos longa, onde não havia espaço suficiente para a sua elevada estatura, sempre se queixava: – “Ai meus queridos, estou como o S da Sacor”…
Hum. Não deveria estar em muito bom estado…
Em Porto de Mós ainda se diz: “É ali onde eram as bombas da Sacor” quando falamos da zona do Rossio da nossa vila.
A tradição tem muita força, Pedro. Nos anos 60 a Sacor dominava os postos de venda de combustível nas estradas portuguesas (havia também a Sonap, a Shell, a Mobil e a BP).
Que saudades, tras-me á memória os anos vividos no meu velhinho Bairro da Sacor,antigo Bairro Dr. Oliveira Salazar, mais tarde Bairro da Petrogal e/ou Bairro da Primavera, que era um bairro operário, só para funcionários da Sacor.
Muitas e boas memórias.
Entende-se, meu caro.
Olá, também eu tenho saudades do bairro como era lindo com os potes enormes de barro com flores, todo relvado, as ruas todas floridas, agora de flores resta-lhes o nomes das ruas. As festas que se lá faziam,os bailaricos com os Dilectos 5 e outros.
Hoje vê-lo todo degradado é muito depermente.
Alice Santos
É lamentável, de facto, que esteja tão degradado. E hoje, Dia de Santo António, as memórias desses tempos contrastam ainda mais com a degradação actual.