Excelente memória desse grande actor, infelizmente mal aproveitado no cinema (abro excepções para ‘O Rei das Berlengas’, de Artur Semedo, e ‘Sem Sombra de Pecado’), de José Fonseca e Costa).
O Mário Viegas era na verdade um “diseur” excepcional e tenho sempre na memória alguns dos poemas de Pessoa, de O’Neill ou Mário de Sá-Carneiro, eximiamente ditos por ele, que ficam no ouvido para sempre. De craveira semelhante – embora com um estilo diferente – e algumas décadas antes, apenas existiu o João Villaret.
Boa lembrança, Teresa. Até eu, que não sou grande adepta de poesia dita (é muito raro gostar de alguém a dizer poesia) me rendia ao Mário Viegas. Era espantoso!
Concerteza. Muito bem dito e lembrado!
:))
Brilhante!!!!!
Excelente memória desse grande actor, infelizmente mal aproveitado no cinema (abro excepções para ‘O Rei das Berlengas’, de Artur Semedo, e ‘Sem Sombra de Pecado’), de José Fonseca e Costa).
Sim, importa dizer que Mário Viegas era também um actor fabuloso. Adorei vê-lo em “Sem Sombra de Pecado”, com a bela Vitoria Abril.
Muito bem, Teresa. (clap clap clap clap)
O Mário Viegas era na verdade um “diseur” excepcional e tenho sempre na memória alguns dos poemas de Pessoa, de O’Neill ou Mário de Sá-Carneiro, eximiamente ditos por ele, que ficam no ouvido para sempre.
De craveira semelhante – embora com um estilo diferente – e algumas décadas antes, apenas existiu o João Villaret.
E que difíceis são de dizer alguns poemas do Pessoa e do O’Neill!
Boa lembrança, Teresa. Até eu, que não sou grande adepta de poesia dita (é muito raro gostar de alguém a dizer poesia) me rendia ao Mário Viegas. Era espantoso!
Uma pena ter desaparecido tão precocemente. Talentos assim não abundam.
E o João Villaret ?
Villaret? Também já não há. Agora só mesmo o teatro.