Passado presente (CCXXXIX)


jmmcc,

 

 

Opel (Alemanha)

Olympia Rekord Cabrio (1953/57), Olympia Rekord (1957/60)

e Rekord (1960/63)

14 comentários em “Passado presente (CCXXXIX)”

  1. Quando é que aparece aqui o Fiat 600, com as portas a abrir na direcção contrária à que estamos agora habituados, que foi o meu primeiro carro e que me custou uma enormidade (9 contos)?
    Tinha o escape preso com cimento, as janelas davam trambolhões quando se fechavam as portas com força, e ficou parado quando o sinaleiro não me deixou passar ao pé do Mercado, obrigando metade da esquadra da Polícia ali em frente a sair para vir empurrar, mas, depois de arranjadinho pelos amigos (mais 35 contos) ficou uma máquina fabulosa, capaz de “beber” dois garrafões de água no percurso entre Coimbra e a Figueira!!

    1. Eheh… Tem a certeza de que o seu primeiro carro não tinha sido já o meu primeiro carro?!

      (Já passou por aqui o estranho e curioso 600 Multipla, como poderá ver. O velho 600 que tivemos também há-de cá vir. E o belo 500 também.)

      1. Inesquecível aquele carro!
        E o que vivi com ele.
        “Acabou” na subida para o Penedo da Saudade, com a suspensão traseira partida, e com cinco mânfios encostados ao lado esquerdo.
        Mesmo assim, ainda o vendi por 65 contos, quantia que deu para pagar mais de metade do preço da Dyane.

        1. O meu, depois de ter gasto uma pipa de massa, de ter gripado e de ter sido rectificado à pressa, também foi bem vendido a um tipo que ia seguir nele para Viseu. Nunca cheguei a saber se passou da Ponte da Arrábida.

  2. Que saudade da carrinha Opel Rekord,como o modelo da foto de baixo,a velha EI-56-84 !! O carro onde aprendi a guiar. Substituiu o 2º Volkswagen lá de casa,que tinha tido como predecessores um outro carocha e um Fiat 500 Topolino…que o meu Pai comprou quando casou, vendendo a sua Matchless 350…

  3. Enquanto me lembro mal dos dois primeiros, tenho grandes recordações do último e tão elegante Opel Rekord, até pela sua cor magnífica.
    O seu assento dianteiro inteiriço, as mudanças no volante, a grelha dianteira a dobrar “as esquinas”, que parece um largo sorriso (penso que igual ao sorriso do proprietário), tudo bem ao jeito dos carros americanos.
    Já um grande carro, de dimensões consideráveis, com todos os pormenores bem pensados.
    Um conforto inquestionável, imensa visibilidade e, volto a frisar, a elegância do modelo.
    Estas são as minhas memórias!

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