Estás a fazer uma enorme confusão. Quem fazia sinais de fumo eram os indianos, quando viviam nas tendas deixadas pelas tropas da Grande Guerra. Depois de inventarem os telefones tiveram de fazer listas e os nomes deles começaram a escrever-se assim: Indiana, Gandhi Indiana, Jones etc.
E eu, oh jovens “inconcientes” que até me lembro dos telefones sem disco, levantava-se o auscultador e aparecia a “menina dos telefones”, que pedia “…número ?? ” . Já para não falar de zonas mais remotas em que para se conseguir o contacto da central (onde estava a dita menina), rodávamos uma manivelazinha colocada na parte lateral do telefone. A zona menos remota era …Santarém e a mais remota…Buligueira,Dois Portos, ali a 20 e tal km de Torres Vedras…
Bem lindos que eram, e sem estas interferências e falhas das modernices de agora. Em casa dos meus pais ainda chegou a haver um daqueles de manivela (de que fala o Fernando Antolin) e vários outros iguais ao da fotografia, primeiro da APT (Anglo Portuguese Telephone), depois dos TLP e, já mais tarde, da PT. Disto já não há e, acreditem, é uma pena.
Para que eram as letras? Disso é que não me lembrava…
Para enviar sms? 🙂
(nunca tinha visto um telefone de discar com letras!)
lol. Não, João, nesse tempo os sms ainda eram enviados por sinais de fumo…
Estás a fazer uma enorme confusão. Quem fazia sinais de fumo eram os indianos, quando viviam nas tendas deixadas pelas tropas da Grande Guerra. Depois de inventarem os telefones tiveram de fazer listas e os nomes deles começaram a escrever-se assim:
Indiana, Gandhi
Indiana, Jones
etc.
Ah, a minha cabeça já não é o que era. Falas ds indianos apaches, claro. Porque os índios vieram todos parar a Portugal…
Afinal sabias. Só te faltava estudar para o exame.
Que raio de coisa vem a ser esta? P’ra que serve?
As letras seriam para algum visionário mandar sms?
Bons tempos.
E eu, oh jovens “inconcientes” que até me lembro dos telefones sem disco, levantava-se o auscultador e aparecia a “menina dos telefones”, que pedia “…número ?? ” .
Já para não falar de zonas mais remotas em que para se conseguir o contacto da central (onde estava a dita menina), rodávamos uma manivelazinha colocada na parte lateral do telefone. A zona menos remota era …Santarém e a mais remota…Buligueira,Dois Portos, ali a 20 e tal km de Torres Vedras…
Oh, se me lembro…
Bem lindos que eram, e sem estas interferências e falhas das modernices de agora. Em casa dos meus pais ainda chegou a haver um daqueles de manivela (de que fala o Fernando Antolin) e vários outros iguais ao da fotografia, primeiro da APT (Anglo Portuguese Telephone), depois dos TLP e, já mais tarde, da PT.
Disto já não há e, acreditem, é uma pena.
Parece o telefone que a minha avó tinha lá em casa! Boas recordações…