Ainda bem que gostou, Fernanda. O espírito desta rubrica é este mesmo: despertar a nossa mais saudável veia nostálgica. Também eu sou da ‘geração Sandokan’. Com cromos e tudo. (matou saudades do génerico da série?)
O grande Sandokan, do Emílio Salgari! Quando passavam os episódios da série televisiva, aí por 1976, as ruas esvaziavam, ninguém queria saber da campanha eleitoral e das eleições que se avizinhavam. Um sucesso, talvez só comparável ao do Bonança na década de 60, ou à Gabriela, em finais dos anos 70. Que saudades do tempo em que a televisão prendia, viciava! Há quanto tempo não vejo série que me seduza!
Foi, sem dúvida, uma das séries mais populares dos anos 70, entre nós. De vez em quando ainda dou por mim a trautear a música do genérico, que pode ser escutada na ligação que aqui deixo.
Kabir Bedi é o nome do actor indiano que dava vida à personagem. Tem 65 anos, nasceu em Bombaim e continua bastante activo. Grande série televisiva. Boas recordações. Obrigado, Pedro.
Mais uma série que não perdia. E mais uma colecção de cromos… por causa de uns cromos meus desta colecção, que foram roubados, acabou a amizade com uma colega da escola. 🙂
Muito antes da série e dos cromos, devorei eu todos os livros do Sandokan, um por um. Emilio Salgari deu fabulosos cenários aos meus sonhos de aventuras e ele e o Júlio Verne foram talvez os primeiros responsáveis pela minha paixão das viagens.
Uma das séries que apresentei como séries da minha vida. Lembrei-me da série quando visitei pela primeira vez o Raffles em Singapura. Os tipos que nos vêm abrir a porta do táxi trouxeram-me à memória a série.
Eheh. Que saudades do Raffles. E da Orchard Road, uma das avenidas mais deslumbrantes do mundo. E da ilha de Sentosa. E do comboio que nos leva à Malásia. Estive três vezes em Singapura e não me importava nada de lá voltar em breve.
Ora aqui está um registo que polvilhou da minha infância 🙂
cromos, cadernetas, filme, conversas: um Herói a sério. E aquela música…
Excelente recordação: disto já não há…
Ainda bem que gostou, Fernanda. O espírito desta rubrica é este mesmo: despertar a nossa mais saudável veia nostálgica. Também eu sou da ‘geração Sandokan’. Com cromos e tudo.
(matou saudades do génerico da série?)
Confesso que sim, com um sorriso 🙂
O grande Tigre da Malásia. E o seu inseparável companheiro português, Eanes, exemplo de lealdade e coragem.
Era um autêntico animal feroz. Em vias de extinção.
O grande Sandokan, do Emílio Salgari! Quando passavam os episódios da série televisiva, aí por 1976, as ruas esvaziavam, ninguém queria saber da campanha eleitoral e das eleições que se avizinhavam. Um sucesso, talvez só comparável ao do Bonança na década de 60, ou à Gabriela, em finais dos anos 70. Que saudades do tempo em que a televisão prendia, viciava! Há quanto tempo não vejo série que me seduza!
Foi, sem dúvida, uma das séries mais populares dos anos 70, entre nós. De vez em quando ainda dou por mim a trautear a música do genérico, que pode ser escutada na ligação que aqui deixo.
Kabir Bedi é o nome do actor indiano que dava vida à personagem. Tem 65 anos, nasceu em Bombaim e continua bastante activo. Grande série televisiva. Boas recordações.
Obrigado, Pedro.
Obrigado por esta achega, caríssimo. Quando é que jantamos? Um grande abraço aí para o Sul.
O tigre de Mompracém. Parece terra das andanças de Fernão Mendes Pinto…
Cumpts.
Os Mendes Pintos dos nossos dias não vão mais longe do que o Cacém. Engarrafando o IC 19.
Mais uma série que não perdia. E mais uma colecção de cromos… por causa de uns cromos meus desta colecção, que foram roubados, acabou a amizade com uma colega da escola. 🙂
Eheh. Isso é motivo, na verdade, para um corte de relações. Amiga verdadeira nunca rouba os cromos da amiga.
Muito antes da série e dos cromos, devorei eu todos os livros do Sandokan, um por um. Emilio Salgari deu fabulosos cenários aos meus sonhos de aventuras e ele e o Júlio Verne foram talvez os primeiros responsáveis pela minha paixão das viagens.
Comigo aconteceu algo semelhante. Graças às personagens do Verne, ao Sandokan… e também ao Tintim e ao Corto Maltese.
Uma das séries que apresentei como séries da minha vida.
Lembrei-me da série quando visitei pela primeira vez o Raffles em Singapura.
Os tipos que nos vêm abrir a porta do táxi trouxeram-me à memória a série.
Eheh. Que saudades do Raffles. E da Orchard Road, uma das avenidas mais deslumbrantes do mundo. E da ilha de Sentosa. E do comboio que nos leva à Malásia. Estive três vezes em Singapura e não me importava nada de lá voltar em breve.