Foi o 1.º cigarro que fumei, tirado sorrateiramente do maço de meu pai, já lá vão quase 50 anos. Ui, e as tangerinas que comi depois para disfarçar o cheiro? Muitas….. Hoje, há 23 anos que não me “apetece” fumar, embora continue a fumar o tabaco dos outros. Sim, essa história de locais devidamente destinados para fumadores e não fumadores não passa de uma treta, porque não há fiscalização devidamente capaz.
Este anúncio, suponho que do início dos anos 60, só por si dava muito que comentar. Desde o facto de se sublinhar que o cigarro tinha “filtro” (novidade para a época) até às mãos enluvadas da senhora, em obediência aos padrões ‘elegantes’ da época. Sem esquecer o preço: três escudos e cinquenta centavos.
Foi o 1.º cigarro que fumei, tirado sorrateiramente do maço de meu pai, já lá vão quase 50 anos. Ui, e as tangerinas que comi depois para disfarçar o cheiro? Muitas…..
Hoje, há 23 anos que não me “apetece” fumar, embora continue a fumar o tabaco dos outros. Sim, essa história de locais devidamente destinados para fumadores e não fumadores não passa de uma treta, porque não há fiscalização devidamente capaz.
Este anúncio, suponho que do início dos anos 60, só por si dava muito que comentar. Desde o facto de se sublinhar que o cigarro tinha “filtro” (novidade para a época) até às mãos enluvadas da senhora, em obediência aos padrões ‘elegantes’ da época. Sem esquecer o preço: três escudos e cinquenta centavos.
E ainda sem esquecer que A Tabaqueira era Companhia Portuguesa de Tabacos e que a mulher emancipada do Estado Novo era a mulher condutora.
E que havia pouca imaginação para rótulos – Sagres tabaco, Sagres cerveja… Digo eu, que sempre preferi a Super Bock.
ui, eram amaríssimos!
(para provocar o João Carvalho, amaríssimérrimos!)
Amaríssimérrimos? odeio esse palavra.
Gostei.
:o)