Só não percebo o que é que aquele gajo engravatado está ali a fazer, de estetoscópio em riste. Vá lá a gente entender onde é que certos publicitários querem chegar…
Pena é, que não sejamos em tudo, prafrentex . Também temos algumas coisas que nos fazem andar para trás, essas dão que pensar. De tanto querermos ser prafrentex , também há quem pense ” para trás “. Ainda não fez um ano, de tanto querermos ser prafrentex , aprovámos ( salvo seja ) uma lei para trás, simplex , não ?
A que guardo em casa em Portugal é bem mais extraordinária – inglesa, toda em ferro, pesa uma tonelada!!!, mas ainda funciona perfeitamente. Um dos “tesouros” dos quais não me desfaço.
Vê-se que é muito antiga: é económica e não econômica.
Só não percebo o que é que aquele gajo engravatado está ali a fazer, de estetoscópio em riste. Vá lá a gente entender onde é que certos publicitários querem chegar…
Estetoscôpio?
Deve ser para analisar o Magalhães, substituto da Messa , já nessa altura pensavam nisso. Somos um povo prafrentex , Pedro, simplex !
Antes prafrentex do que pratrás, meu caro.
Pena é, que não sejamos em tudo, prafrentex . Também temos algumas coisas que nos fazem andar para trás, essas dão que pensar. De tanto querermos ser prafrentex , também há quem pense ” para trás “. Ainda não fez um ano, de tanto querermos ser prafrentex , aprovámos ( salvo seja ) uma lei para trás, simplex , não ?
A que guardo em casa em Portugal é bem mais extraordinária – inglesa, toda em ferro, pesa uma tonelada!!!, mas ainda funciona perfeitamente.
Um dos “tesouros” dos quais não me desfaço.
Tenho uma preciosidade parecida, Pedro. Portátil, mas em ferro. Fabrico britânico, anos 50, com teclado britânico também. Não me desfarei dela.