Pedro, lembro-me bem destas notas que, suponho eu, são das mais recentes. Ou estou enganada? Também me lembro de 1.000 escudos dar para imensas coisas, ser “bastante dinheiro”. Mas, vendo bem, eu já me lembro de ouvir chamar 100.000 réis a 100 escudos e um cruzado a quatro tostões…
Pedro, lembro-me bem destas notas que, suponho eu, são das mais recentes. Ou estou enganada?
Também me lembro de 1.000 escudos dar para imensas coisas, ser “bastante dinheiro”.
Mas, vendo bem, eu já me lembro de ouvir chamar 100.000 réis a 100 escudos e um cruzado a quatro tostões…
Como o tempo passa, balhamedeus!
:)))))))
Destas havia pouco quem as tivesse. Mas comprava-se muito mais com cada uma delas do que com uma de 50 euros agora.
Ah, essas notas valiam tanto…
Pois. E continuam a valer. Tenho algumas, que se tornaram entretanto peças de colecção.
Tens razão, já não há notas em escudos. E mesmo em euros parace que estão a fugir.
Escudos, agora, só em Cabo Verde.
Que saudades destas notas!
Gostava particularmente das notas com a D. Maria II.
São do tempo em que não tinham a lata de nos pedir 200 paus por um bolo de arroz
Um estudo comparativo sobre a inflação real suscitada apenas pela mudança da moeda em Portugal vinha mesmo a propósito.
Raridade mesmo é aquela verdinha de 20 escudos, com o Sto António. Dez cêntimos, mais ou menos… mas nessa altura era dinheiro!
A do Santo António, de vinte escudos, era talvez a nota mais popular daquela época. Seguia-se a de cem escudos, com o Camilo Castelo Branco.