Uma copia de Torremolinos que naqueles tempos, finais de 60 principios de 70, estava na moda. A Torralta foi a primeira tentativa de criação de capitalismo popular em Portugal. Não era preciso ser rico para se ser coproprietario de um apartamento no Algarve. Este empreendimento foi mais uma vitima da voracidade revolucionaria do PREC, que prejudicou dezenas de milhar de pequenos investidores. O epilogo foi como sabemos a implosão das torres de Troia, acionada pelo nosso 1º de então José Socrates.
Totalmente de acordo. Lembro-me, ainda razoavelmente, dessa época dourada e de grande visão turística, aliada a um bom gosto intemporal. De facto, não era para ricos, era um investimento de pequenas poupanças para futuro, com algumas pequenas regalias no presente.
É verdade que, mal pôde, o PREC deitou abaixo as poupanças de várias centenas de famílias, que ainda hoje arrastam ou desistiram dos seus processos e dos custos que lhes acarretavam. E, de imediato, foram feitas as conhecidas ocupações selvagens. Se olharmos para Troia, então, não só as torres como os apartamentos, que revi antes da implosão, dificilmente poderiam, ainda hoje, ser mais bonitos, mais cheios de luz, melhor divididos, melhor equipados. Estes, sofreram as consequências e maus tratos de meses e meses de habitação permanente a muitas centenas de refugiados das nossas províncias ultramarinas. Não me recordo se foram anos, mas foram largos meses, pelo menos. E sem a Torralta e com PREC, não havia gestão, só uma indigestão, ainda hoje por digerir.
Abcessos à beira mar, numa zona tão linda…
Tão alto, tão alto, que o investimento veio todo por água abaixo… 😉
Uma copia de Torremolinos que naqueles tempos, finais de 60 principios de 70, estava na moda. A Torralta foi a primeira tentativa de criação de capitalismo popular em Portugal. Não era preciso ser rico para se ser coproprietario de um apartamento no Algarve. Este empreendimento foi mais uma vitima da voracidade revolucionaria do PREC, que prejudicou dezenas de milhar de pequenos investidores. O epilogo foi como sabemos a implosão das torres de Troia, acionada pelo nosso 1º de então José Socrates.
Totalmente de acordo.
Lembro-me, ainda razoavelmente, dessa época dourada e de grande visão turística, aliada a um bom gosto intemporal.
De facto, não era para ricos, era um investimento de pequenas poupanças para futuro, com algumas pequenas regalias no presente.
É verdade que, mal pôde, o PREC deitou abaixo as poupanças de várias centenas de famílias, que ainda hoje arrastam ou desistiram dos seus processos e dos custos que lhes acarretavam.
E, de imediato, foram feitas as conhecidas ocupações selvagens.
Se olharmos para Troia, então, não só as torres como os apartamentos, que revi antes da implosão, dificilmente poderiam, ainda hoje, ser mais bonitos, mais cheios de luz, melhor divididos, melhor equipados.
Estes, sofreram as consequências e maus tratos de meses e meses de habitação permanente a muitas centenas de refugiados das nossas províncias ultramarinas. Não me recordo se foram anos, mas foram largos meses, pelo menos.
E sem a Torralta e com PREC, não havia gestão, só uma indigestão, ainda hoje por digerir.
Um passado bem presente!