“Há diversas modalidades de Estado: os estados socialistas, os estados corporativos e o estado a que isto chegou! Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos. De maneira que quem quiser, vem comigo para Lisboa e acabamos com isto. Quem é voluntário sai e forma. Quem não quiser vir não é obrigado e fica aqui.”
Call me sentimental, mas é o meu moto e o meu herói particular, sem capa nem espada, mas que me fala ao coração de coragem, ideais puros e não-protagonismo nem duplicidade. Disto nunca mais mais haver.
O contexto à época era “particularmente único” por um número muito grande de razões e portanto não se pode comparar com nada que tivesse acontecido antes nem muito menos com seja o que fôr que “poetas e sonhadores” achem que pudesse alguma vez voltar a acontecer.
Como já tive oportunidade de aqui contar há algum tempo conheço muito bem o antes , o durante (como oficial miliciano) e o depois. Tudo o resto são frases bonitas, de quem pouco fez, quem fez não diz frases bonitas, fez e pronto.
Do antes recordo lágrimas, dor e sorrisos também. Do durante, do dia, do momento romanceado ou não,o pouco que recordo,não foi ao vivo nem a cores, mas foi lindo. Como diria o outro,” You may say I’m a dreamer, But I’m not the only one”. De 26 adiante, recordo o PREC como o terror vermelho, depois vivi uma sequência de desilusões políticas non stop, até ter ficado empedernida assim, nesta tristeza de torpor que de quando em vez inflama, mas é quase sempre fogo de vista…
“Há diversas modalidades de Estado: os estados socialistas, os estados corporativos e o estado a que isto chegou! Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos. De maneira que quem quiser, vem comigo para Lisboa e acabamos com isto. Quem é voluntário sai e forma. Quem não quiser vir não é obrigado e fica aqui.”
Call me sentimental, mas é o meu moto e o meu herói particular, sem capa nem espada, mas que me fala ao coração de coragem, ideais puros e não-protagonismo nem duplicidade.
Disto nunca mais mais haver.
Percebo-a bem e corroboro as suas palavras, Dulce.
O contexto à época era “particularmente único” por um número muito grande de razões e portanto não se pode comparar com nada que tivesse acontecido antes nem muito menos com seja o que fôr que “poetas e sonhadores” achem que pudesse alguma vez voltar a acontecer.
Como já tive oportunidade de aqui contar há algum tempo conheço muito bem o antes , o durante (como oficial miliciano) e o depois.
Tudo o resto são frases bonitas, de quem pouco fez, quem fez não diz frases bonitas, fez e pronto.
Do antes recordo lágrimas, dor e sorrisos também. Do durante, do dia, do momento romanceado ou não,o pouco que recordo,não foi ao vivo nem a cores, mas foi lindo. Como diria o outro,” You may say I’m a dreamer, But I’m not the only one”. De 26 adiante, recordo o PREC como o terror vermelho, depois vivi uma sequência de desilusões políticas non stop, até ter ficado empedernida assim, nesta tristeza de torpor que de quando em vez inflama, mas é quase sempre fogo de vista…