Dez tostões desde a Rua da Junqueira até à Boa Hora na carreira nº 42. Depois atravessava a Rua da Praça, onde tudo se vendia em bancas improvisadas e era ver as varinas fugir ao chui com as canastas à cabeça ou na anca. A minha mãe olhava a boca suja de caramelo e adivinhava que tinha dado aquela volta toda para ir comer uma língua da sogra… bons tempos em que a minha única preocupação era não levar um grande ralhete
Já planeava há muito trazê-lo aqui, Antonieta. Foi desta. Também eu andei bastante nesta carreira: em cima e à frente. Talvez nos tenhamos cruzado então.
Bela memória que desfia no seu blogue, meu caro. Um blogue que presta serviço público aos lisboetas. Felicito-o pela persistência. E pela sabedoria: muito tenho aprendido consigo. Estará o ‘301’ no Museu da Carris? Se não está, devia estar.
Parece ser o “velho” 27. Passava em quase todas as ruas de Lisboa. Tantos sonhos sonhados sentado naqueles bancos, embalado pelo “rame-rame” do velho motor diesel, e das calçadas de Lisboa de há 40 e tal anos. O 27 faz parte da história da minha vida.
Dez tostões desde a Rua da Junqueira até à Boa Hora na carreira nº 42. Depois atravessava a Rua da Praça, onde tudo se vendia em bancas improvisadas e era ver as varinas fugir ao chui com as canastas à cabeça ou na anca. A minha mãe olhava a boca suja de caramelo e adivinhava que tinha dado aquela volta toda para ir comer uma língua da sogra… bons tempos em que a minha única preocupação era não levar um grande ralhete
A nostalgia ainda é o que era, Dulce. Felizmente.
Andei tanto neles. O meu lugar favorito era no piso superior, banco da frente, para ver tudo melhor.
Obrigada, Pedro, por me fazer recordar.
Antonieta
Já planeava há muito trazê-lo aqui, Antonieta. Foi desta.
Também eu andei bastante nesta carreira: em cima e à frente. Talvez nos tenhamos cruzado então.
O 301.
Cumpts.
Bela memória que desfia no seu blogue, meu caro. Um blogue que presta serviço público aos lisboetas. Felicito-o pela persistência. E pela sabedoria: muito tenho aprendido consigo.
Estará o ‘301’ no Museu da Carris? Se não está, devia estar.
Cuido que sim, embora de quando visitei Santo Amaro me não lembre dele.
Muito obrigado pelo apreço. É mútuo.
Um abraço.
Abraço retribuído, com todo o gosto.
E ainda bem. Há melhor. Embora estas cores sejam bem mais bonitas do que as actuais…
Não pode haver cores melhores que estas. Verde e branco.
Que Saudades!!! Adorava ir lá para cima e á frente!!!
Também eu, Teresa.
Parece ser o “velho” 27. Passava em quase todas as ruas de Lisboa. Tantos sonhos sonhados sentado naqueles bancos, embalado pelo “rame-rame” do velho motor diesel, e das calçadas de Lisboa de há 40 e tal anos. O 27 faz parte da história da minha vida.
Faziam parte da paisagem de Lisboa daquela época, Alexandre. Várias décadas a percorrer as ruas da cidade.