Passado presente (CCCLXXXIX)


modosdever,

Lembram-se?

15 comentários em “Passado presente (CCCLXXXIX)”

  1. Eu, que tive a caderneta completa, em conjunto de esforçado trabalho com a minha irmã mais velha. Tal como a Epopeia no Oeste e as dos futebóis etc. Muita mesada poupada…ou não…

  2. Eu também tive esta caderneta completa.
    Que recordações me trouxe esta imagem.
    Muito obrigada.
    🙂 Antonieta

  3. Eheheh. Não só me lembro como tenho a caderneta completa. Gostava imenso disto quando era miúdo. Há anos, num mercado ao ar livre em Havana, encontrei uma caderneta igual, em castelhano, toda preenchida. Comprei-a também.

        1. BOA! Sentemo-nos então na beira do passeio: descolaram-se e perderam-se sei lá onde o 4, 6, 17, 29, 40, 54, 55, 59, 65, 88, 96 e 127, a maior parte de tipos infelizes, congoleses, sioux, turcomanos… Também fiz essas bandeiras e essas maravilhas.

  4. Fizemos essa lá em casa mas não era das minhas preferidas, gostei mais da História Natural e das Maravilhas do Mundo, de que tenho colecções completas. Desta ultima, sobretudo as Maravilhas construídas pelo Homem, depois de ter coleccionado os cromos colecciono agora as viagens aos locais. A última foi ao Buda de Kamakura no Japão, de que ainda não fiz um post. Mas tenho vários sobre este tema: http://imagenscomtexto.blogspot.pt/search?q=maravilhas+do+mundo

  5. Os meus irmãos mais velhos fizeram esta colecção por volta de meados dos anos 50. A caderneta completa andou muitos anos por casa dos meus pais.
    Os meus irmãos fizeram duas colecções mais ou menos na mesma época: esta das Raças Humanas, e uma das bandeiras dos paises, que nessa época nasciam como os cogumelos.

      1. Nestas colecções, até pela qualidade do papel usado nos cromos, usavam cola. A mistura da farinha e água, era para os “bonecos da bola”. Quem “arrebentava com o fundo da caixa”, ou seja, comprava os últimos cromos da caixa, tinha direito a uma bola de “cautchum”, como nós dizíamos nessa época em que era possivel fazer grandes futeboladas na rua, com duas pedras a fazer de baliza; mudava-se de campo aos seis e acabava o jogo aos doze.
        Tem razão Fernando, grandes tempos gratos, tranquilos e despreocupados.

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