Pois não, Pedro Correia. O último “endireita” de que tenho memória, situava-se a dois “Passos” de Belém. Era conhecido por «Ferrador do Altinho». Acho que a “empresa” fora herdado pai, ferrador, numa época em que o transporte das mercadorias, sustentáculo do “negócio” era feito, na maioria, em carroças puxadas por “mulas” e “burros” e outras alimárias. Esse ferrador de que tenho memória, para além de tratar as mazelas dos muares, endireitava também a espinhela aos humanos e queimava-lhes o nervo ciático, por detrás das orelas, com o mesmo ferro em brasa, com que cauterizava as feridas dos animais de tracção. Outros tempos… outros homens… outros direitos… e outros tortos, também.
Coitado !!
Está tão magro. Deve ser dos 10 000/mês que não são suficientes….
Já a Maria engorda todos os dias.
Pois não, Pedro Correia. O último “endireita” de que tenho memória, situava-se a dois “Passos” de Belém. Era conhecido por «Ferrador do Altinho».
Acho que a “empresa” fora herdado pai, ferrador, numa época em que o transporte das mercadorias, sustentáculo do “negócio” era feito, na maioria, em carroças puxadas por “mulas” e “burros” e outras alimárias.
Esse ferrador de que tenho memória, para além de tratar as mazelas dos muares, endireitava também a espinhela aos humanos e queimava-lhes o nervo ciático, por detrás das orelas, com o mesmo ferro em brasa, com que cauterizava as feridas dos animais de tracção.
Outros tempos… outros homens… outros direitos… e outros tortos, também.
Conheço este… Foi o primeiro a tirar-nos a terça feira de Carnaval…