Já não “apanhei” este mas sim o sucessor, no corpo sul da aerogare,imediatamente antes da antiga varanda que também teve o seu snack-bar com esplanada, por cima do local onde durante muitos anos funcionou a antiga estação dos CTT do Aeroporto.
Agora tornou-se tudo (ainda) mais stressante e impessoal. É a vida…
Também conheci muito bem essa varanda, Fernando. Foi aliás local de peregrinação para muitos lisboetas, sobretudo ao fim de semana. Qando a antiga expressão ‘a ver navios’ evoluiu para ‘a ver aviões’.
Já não “apanhei” este mas sim o sucessor, no corpo sul da aerogare,imediatamente antes da antiga varanda que também teve o seu snack-bar com esplanada, por cima do local onde durante muitos anos funcionou a antiga estação dos CTT do Aeroporto.
Agora tornou-se tudo (ainda) mais stressante e impessoal. É a vida…
Era um cenário de filme, este restaurante. Disto já não há.
Foi dessa varanda que vi pela primeira vez um avião a descolar. Com a mesma idade em que comecei a ler.
Também conheci muito bem essa varanda, Fernando. Foi aliás local de peregrinação para muitos lisboetas, sobretudo ao fim de semana. Qando a antiga expressão ‘a ver navios’ evoluiu para ‘a ver aviões’.
quando fechava o galeto, o aeroporto era tudo o que restava
Notável poder de síntese, Ana Cristina. Numa linha traçaste o retrato de uma certa Lisboa de outras eras.
Faço minhas – com a devida vénia – as palavras do Pedro. Só por decoro não acrescento mais alguns fins-de-noite. E até de vida.
Havia também as Galerias Ritz, Ana Cristina. Mas quando ambos fechavam não havia mais nada e o aeroporto tinha outro elan, é verdade.
ana, de repente, senti-me de outro século…
🙂
Raios, também eu… somos do século do arroz carolino! 🙂
pois é. agora ele é selvagem, ele é basmati, ele é tailandês, ele é vaporizado…
🙂
Pior, chega ao cúmulo de se armar em Uncle Ben… que saudades de quando ele era só malandrinho! 🙂
esta conversa deu-me fome. vou fazer um arroz doce e reler o salinger. beijinhos e boa-noite.
Eheheh. Boa ideia, acho que também vou comer qualquer coisa, mas sem Salinger. Enfim, talvez só um pão de centeio… 😉
Beijos, até amanhã.
Li-vos agora e ambas me abriram o apetite com essa conversa.