3 comentários em “Páscoa 2020 no exílio interior”

  1. Existe mais do que um interior, e creio que te referes ao confinamento no lar. Eu, como ‘tanta’ gente no ‘interior desertificado’, julgo sentir-me, pela primeira vez em quase 13 anos, residindo aqui, em igualdade de circunstâncias, mas com uma benesse (até ver…): nenhum@contagiad@, as duas ou três lojas abertas, a preceito: acrílicos de separação funcionário-cliente, entrada só com senhas, máx. 4 pax lá dentro, mãos e carrinhos de compras obrigatoriamente desinfectados. As ruas praticamente desertas já existiam assim. O resto do comércio local todo encerrado, mas até nisto era quase igual…

    Quantas formas de exílio existem, incluindo aquelas que morrem em mar alto/na praia?

    O que é necessário reverter para outro “estado da arte”, até um dia aleluiarmos em sintonia (religiões à parte)?

    Fica bem, @s tu@s companheir@ no Delito também: saúde

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