“Em Portugal vivemos em abuso de governação há vários anos e este Governo ainda não deu mostras de querer mudar as coisas. É rápido a impôr aumentos de impostos para aumentar receitas, mas é lento a cortar despesa” – Falcão, no 31 da Armada
A estes não vão acusar de socratismo, mas como é evidente há alturas em que as coisas começam a tornar-se indefensáveis, por muito pacientes que as pessoas e a troika sejam. Não pode haver um peso e uma medida conforme a ocasião.

nem mais.
é sempre mais fácil subir taxas que cortar benesses pessoais ou de colegas e amigos, mesmo quando o que está em causa é o país, que todos “defendem”.
Ao menos por uma vez estamos de acordo.
De facto, é impossível imaginar algo mais terrível que insinuar que este governo começa a aparentar-se com o de José Sócrates.
Enquanto preparo o meu suicídio, aproveito para deixar o meu último desejo: que a justiça portuguesa funcione ao menos uma vez na vida e não volte a deixá-los impunes.
Que aprodeçam na cadeia pelo resto dos seus dias. Estes, já que os outros fugiram a tempo.
Deixe lá, Sampy, não vale a pena desesperar. Para o ano por esta altura já devemos estar de acordo em muita coisa.
Porque razão se aumenta impostos?
Porque é preciso dinheiro de imediato.
Porque razão não se acaba com institutos públicos?
Porque é preciso saber como se despede no Estado. Demora tempo.
Contradições:
Porque razão não se acabam com as isenções do IMI? Estão a subsidiar a construção civil que …não exporta.
E já agora porque razão não se distribuem melhor os sacrifícios fazendo como em Itália:”Governo italiano anunciou que haverá um incremento entre os 12,5 e 20 % nos impostos sobre os rendimentos financeiros”.
E já agora porque razão não foram negociados os direitos especiais que o Estado tinha na PT, na GALP, na EDP.
E já agora porque razão se entregou ao BIC o BPN e ainda temos de lá meter cerca de 500M e assumir os encargos com as indemnizações dos despedimentos.