
Ao magnífico João Garcia pela chegada ao cume do Annapurna, a última das 14 montanhas com mais de 8.000 metros (os chamados “tectos do mundo”) que lhe faltava conquistar. E em condições especialmente adversas, para quem já pagou um preço pessoal altíssimo pela determinação indomável. A proeza não é para todos. Aliás, é para muito poucos. Mas tenho pena de que o ADN dos portugueses não seja um bocadinho mais parecido com o deste homem que é, ainda por cima, de uma simplicidade e simpatia desarmantes.

Se a generalidade dos portugueses tivesse a fibra e a mesma força de vontade de chegar ao topo que este homem tem, Portugal estaria por certo nos píncaros do mundo.
Sem dúvida, Luís.
Muitos parabéns ao João Garcia, espécie em vias de extinção.
O que é uma pena…
A este Sócrates não se encosta!
Garcia sobe pelas suas pernas de encontro à pureza da natureza e à satisfação de um dom.
Sócrates sobe pelas suas pernas de encontro às suspeitas mais que reais para satisfação pessoal que lhe irão rebentar com a moral!
Não se encosta, não. Sócrates é um corredor de fundo, tem mais resistência do que ousadia.
Um verdadeiro herói português, este. E nada ‘pesetero’, ao contrário do outro.
‘Pesetero’? Deve ser El Figo.
lol
Fantástico. Tenho imensa simpatia pelo João Garcia (é o que sinto antes do resto da bateria, como o orgulho nacional, etc). Felizmente que os montes de alpinistas que nos rodeiam nesta vida não são recordistas como ele, senão, estávamos feitos…
Livra! Tem razão…
A transcendência em estado quase puro. A superação como programa de vida. O esforço como modo de ser. Um campeão. Palmas!
:))
Clap, clap, clap!