"A casa da democracia, de facto, mais parece a Assembleia da República de Lisboa, do Resto e da Paisagem. Lisboa quer os nossos votos, mas não reconhece os nossos valores. No caso do Algarve, a região viu o seu território de representatividade parlamentar ocupado em 37,5%, vamos ver por quanto tempo. Foi um ataque por ar, mar e terra, que meteu pára-quedismo, submarinos, minas e armadilhas"
Este texto é do deputado Mendes Bota, líder do PSD/Algarve, que fez o sacríficio de aceitar ser candidato a deputado e ser eleito nas eleições legislativas de 27 de Setembro pp. nas listas do PSD, atrás de um "pára-quedista" chamado Jorge Bacelar Gouveia enviado pela direcção nacional do seu partido. Extracto do artigo publicado no semanário O Algarve, em 8/10/09, cujo título é "Forças de ocupação".

Eis outro belo exemplo da ‘política da verdade’. Um texto convenientemente publicado após as legislativas e não antes, como deveria ter sido se os princípios estivessem acima dos cargos.
Diga-se de passagem que o caso do PS era muito melhor: João Soares, esse algarvio reconhecido…
É verdade, o sujeito também se queixou disso. Mas o que acontece é que não vi nem ouvi Miguel Freitas a dizer o mesmo.
Feio é aceitar e depois “morder” a mão de quem deu. Se isso fosse para levar a sério tinha posto o lugar à disposição quando lhe impuseram um cabeça de lista de fora. Coerências.