Prestei toda a atenção ao que, de principal, foi divulgado sobre a proposta de revisão constitucional do PSD. Prestei toda a atenção e, se querem que vos diga, parece-me uma boa base de trabalho para um debate sério e aprofundado. Terá pontos a repensar, excessos a avaliar e omissões a lembrar, mas nada de mais que justifique o sururu que o PS tem espalhado. Perguntarão: mas quem sou eu para o dizer? Bem, sou cidadão nacional, eleitor e interessado nos assuntos de natureza política e social. Chega?
Por isso mesmo é que também me interrogo: é muito importante dar espaço ao debate para uma revisão constitucional? Claro que não. Podia ser, se não fosse preciso ocupar todos os espaços e mais alguns para cuidar do défice, da dívida, da pobreza, da economia, do trabalho, etc., para já não falar da Justiça, da corrupção, da ética e por aí fora. Será possível acabar com o chinfrim e dar lugar ao bom-senso?

Inteiramente de acordo, compadre.
Infelizmente, o que mais vemos são outras prioridades que não a revisão constitucional.
Ser, até é.
Se calhar não há é grande vontade para isso.
Hum…
Apoiado senhor cidadão nacional e leitor.
Leitor e eleitor!
claro, bem visto. 😉
:o)
A revisão constitucional é um “bluff”.
Já foi precisa.
Agora, impõe-se reduzir a despesa pública. E para tal não seria preciso rever a Constituição.
Este documento é uma lei fundamental, serve de lente, de baliza a toda a acção politica. Obviamente, a interpretação do texto obedece ao tempo que muda, voa, e pousa.
Um exemplo: a legislação ordinária já equipara a obrigação de permanência da habitação à prisao preventiva, e mesmo q nao houvesse lei a natureza das coisas assim o impunha! A justa causa ou a atendibilidade “legal” é a mesma coisa, pois Portugal está vinculado a tratados internacionais em matéria laboral. O qwue se questiona é a interpretação dada no âmbito da jurisdicionalidade (mas por isso hà recursos…). O resto sao questões de forma, forma e forma.
Ou seja: nada que não se resolva com legislação comum e a revisão constitucional não é prioritária.
João, diz o povo que quem não quer ser lobo não lhe veste a pele, depois admiram-se do chinfrim…
:)))
Ariel, entre lobos e cordeiros, quem se lixa têm sido sempre os pastores…
Sim, sobretudo quando pastoreiam os rebanhos alheios…
Não sei se estamos a falar dos mesmos pastores, que constituem a maioria do país e dão de comer à carneirada…
Então entamos!
Então há que recusar o pastoreio!