Só um doente mental está a favor da austeridade, assim… abstractamente falando. Vive em que planeta, lucky? E não me apanha contra ela. Deu um tiro em falso. A ‘tesura’ portuguesa é um mal necessário, inevitável, inexorável e implacável. Quando os berros histéricos, os espaços televisivos pagos a peso de ouro e os inúteis de serviço em geral apresentarem alternativas viáveis (fundamentadas, anotadas e comentadas) sentados à mesa da Troika, teremos matéria para discutir. Até lá, só vejo exercícios de virilidade política inconsequente.
O senhor que está no vídeo parece criticar viver da dívida, viver da impressão de dinheiro e parece apoiar contas certas.
Na definição portuguesa que se vê, houve, lê nos jornais e medias em geral e aqui no Delito isso seria “austeridade” ainda pior que a da Troika que até nos deixa estar com défice.
Só a minha paciência, lucky… Comecemos por (citando…) “Na definição portuguesa que se vê, houve, lê” Bom. Tire lá o H! Pois eu acho que está desfasado. Um ano, dois, pelo menos? Agora fala-se em honrar dívidas e não em considerá-las normais, como sentenciava o falso engenheiro que nos meteu nisto.
Gostaria de perceber se alguém aprende alguma coisa que não sabe, que desconhece, que não compreende, apenas porque outros impõem tal aprendizagem. Não me parece, mas em todo o caso o inglês esta falando com razão, e até certo ponto o francês também, mas importante não é o que os outros fazem, importante é aquilo que fazemos, aquilo somos e aquilo que queremos ser. Fico desapontado quando oiço alguém dizer: – temos a geração mais bem preparada de sempre! Começo a ter poucas certezas disso. E não vejo solução, pelo menos tanto quanto a minha visão alcança. Continuam os impostos a subir, a economia a contrair o empobrecimento a aumentar (…) mas para alguns parece que este facto é-lhes completamente alheio, ainda no outro dia chegou aqui à ilha um Mercedes SLR Cábrio, carro que presumo custar por volta dos 500 a 600 mil euros (não tenho a certeza). Um conhecido meu que vende para a BMW diz que os topo de gama são cada vez mais procurados. Fico engasgado e pergunto-lhe: – Mas que diabo se passa com este país, não entendo! Não encontro resposta.
Quanto a lições, tivemos muitas e não aprendemos nada. Parece… Continuamos, por exemplo, a bater palmas ao rei Soares, que se vai descompondo em baboseiras. E a ouvir sisudamente os tolos oficiais, entre outros exercícios suicidas da típica decadência. Mais cerveja, menos cerveja, pensar com a cabeça própria não é, definitivamente, coisa nossa. A resposta? Está em nós. É só olhar o espelho e não embarcar nos venenos da democracia ‘das aparências’. Difícil. Exige uma auto estima controlada.
Por isso que eu digo que o importante esta é no que fazemos, somos e queremos ser, para mim a verdade vem é de dentro, enquanto muitos encontram-na fora, nas aparências , na casca. Fazendo-se parecer alguma coisa que não são, alimentam o ego com a ilusão, coitados, nem sabem que a ilusão é uma droga, é um vicio que custa a manter. Esse “olhar ao espelho”, esse ter uma consciência equilibrada sobre nós próprios e sobre o que acontece à nossa volta é uma necessidade que nos faz falta, pois é um exercício humanizador. No fundo o que faz mesmo falta é humanizar mais os Homens. E nós, nesse sentido temos um longo caminho a percorrer, o caminho da evolução. Para nós, basta umas pontes uns edifícios de betão um vinho do Porto um fado, uma fatiota e fica armado o estarola Português.
Estranho estes portugueses(as), tanto estão contra aquilo a que chamam “austeridade” como depois postam videos a favor da dita “austeridade”.
Só um doente mental está a favor da austeridade, assim… abstractamente falando.
Vive em que planeta, lucky?
E não me apanha contra ela. Deu um tiro em falso.
A ‘tesura’ portuguesa é um mal necessário, inevitável, inexorável e implacável.
Quando os berros histéricos, os espaços televisivos pagos a peso de ouro e os inúteis de serviço em geral apresentarem alternativas viáveis (fundamentadas, anotadas e comentadas) sentados à mesa da Troika, teremos matéria para discutir.
Até lá, só vejo exercícios de virilidade política inconsequente.
O senhor que está no vídeo parece criticar viver da dívida, viver da impressão de dinheiro e parece apoiar contas certas.
Na definição portuguesa que se vê, houve, lê nos jornais e medias em geral e aqui no Delito isso seria “austeridade” ainda pior que a da Troika que até nos deixa estar com défice.
Só a minha paciência, lucky…
Comecemos por (citando…) “Na definição portuguesa que se vê, houve, lê”
Bom. Tire lá o H!
Pois eu acho que está desfasado. Um ano, dois, pelo menos?
Agora fala-se em honrar dívidas e não em considerá-las normais, como sentenciava o falso engenheiro que nos meteu nisto.
Obrigado pela correcção. ouve.
Mas nós continuamos a aumentar dívida.
Está espetacular. Não resisti a partilhar também no meu blog:
http://utopiarealista.blogspot.pt/2012/1 0/sera-assim-tao-dificil.html
‘Prost’, Utópico.
E não que seja um momento de felicidade.
Gostaria de perceber se alguém aprende alguma coisa que não sabe, que desconhece, que não compreende, apenas porque outros impõem tal aprendizagem.
Não me parece, mas em todo o caso o inglês esta falando com razão, e até certo ponto o francês também, mas importante não é o que os outros fazem, importante é aquilo que fazemos, aquilo somos e aquilo que queremos ser.
Fico desapontado quando oiço alguém dizer: – temos a geração mais bem preparada de sempre!
Começo a ter poucas certezas disso.
E não vejo solução, pelo menos tanto quanto a minha visão alcança. Continuam os impostos a subir, a economia a contrair o empobrecimento a aumentar (…) mas para alguns parece que este facto é-lhes completamente alheio, ainda no outro dia chegou aqui à ilha um Mercedes SLR Cábrio, carro que presumo custar por volta dos 500 a 600 mil euros (não tenho a certeza). Um conhecido meu que vende para a BMW diz que os topo de gama são cada vez mais procurados.
Fico engasgado e pergunto-lhe: – Mas que diabo se passa com este país, não entendo! Não encontro resposta.
Quanto a lições, tivemos muitas e não aprendemos nada. Parece…
Continuamos, por exemplo, a bater palmas ao rei Soares, que se vai descompondo em baboseiras. E a ouvir sisudamente os tolos oficiais, entre outros exercícios suicidas da típica decadência.
Mais cerveja, menos cerveja, pensar com a cabeça própria não é, definitivamente, coisa nossa.
A resposta? Está em nós. É só olhar o espelho e não embarcar nos venenos da democracia ‘das aparências’.
Difícil. Exige uma auto estima controlada.
Por isso que eu digo que o importante esta é no que fazemos, somos e queremos ser, para mim a verdade vem é de dentro, enquanto muitos encontram-na fora, nas aparências , na casca. Fazendo-se parecer alguma coisa que não são, alimentam o ego com a ilusão, coitados, nem sabem que a ilusão é uma droga, é um vicio que custa a manter.
Esse “olhar ao espelho”, esse ter uma consciência equilibrada sobre nós próprios e sobre o que acontece à nossa volta é uma necessidade que nos faz falta, pois é um exercício humanizador. No fundo o que faz mesmo falta é humanizar mais os Homens. E nós, nesse sentido temos um longo caminho a percorrer, o caminho da evolução.
Para nós, basta umas pontes uns edifícios de betão um vinho do Porto um fado, uma fatiota e fica armado o estarola Português.