Para o António M. Venda (e não só)


jmmcc,

A propósito deste post mais abaixo do nosso António Manuel Venda — e a quem mais possa interessar — as vuvuzelas podem estar em vias de ser banidas do Mundial, como aqui se diz.

22 comentários em “Para o António M. Venda (e não só)”

  1. O que nem é má ideia, convenhamos. Sempre que vejo um jogo, fico com a sensação de que há um enxame de abelhas gigante a pairar sobre o estádio. Para os jogadores, e mesmo para boa parte do público, deve ser um calvário.

  2. Votava a favor do ensurdecimento dos intrumentos… Aquele som próprio de vuvuzelas em grupo distrai o mais concentrado dos espectadores, para além de provocar sintomas evidentes de irritação e de abstrair do verdadeiro espactáculo, o futebol.

      1. Conseguem fazer mais barulho que numa corrida de F1 . Passamos a ir a um estádio, ver um jogo de futebol com…………algodão nos ouvidos ou então deixamos de ir. Espero que a moda seja só no mundial !

  3. “i have to agree , the noise is very annoying and ruins the experience unless you are drunk . oh wait , give me a beer !”
    Com este comentário acima, extraído do sítio do link “, João, fiquei menos crente quanto à possível execução (fugindo implementação) da medida em causa. Pois,a meu ver, essa irá contra outros interesses.. Eheh pareço um político a falar, ou então, como se diz na minha terra, um “Doutor de leis”:))

  4. É o deep shit do politicamente correcto da FIFA e do Platini mais a conversa da treta do receio da europeização do campeonato . Se o futebol tem regras internacionais, não se percebe porque razão há umas que se aplicam, e outras não, ao estilo pimentos padron , uns picam outros non …:))) agora no meio da coisa, tenho dúvidas que a medida venha a ter alguma eficácia prática.

  5. Não creio que sejam banidas e mm que sejam, o que farão aos milhares que já estão em posse de gente ainda mais chata que a vuvuzela?
    A vuvuzela é feita na minha terrinha e continuam a fabricá-las como se não houvesse amanhã. Ganham os patrões que enchem os bolsos, ganham os operários com umas horitas extras e ganham os chicos espertos que assaltam a fábrica, para vender as vuvuzelas, no bairro, a metade do preço.
    Seja como for, a praga já saiu às ruas.

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