Para mais tarde recordar


Pedro Correia,

«Levamos com o maior aumento de impostos de sempre.»

 

«Isto é uma espécie de assalto à mão armada aos contribuintes.»

 

«Isto é para matar a classe média.»

 

«Mais impostos vão gerar mais recessão e mais desemprego.»

 

«Isto o que vai dar é mais economia paralela, mais fuga aos impostos.»

 

«Mais uma falha nas previsões e nas metas, e a credibilidade do ministro das Finanças é completamente destruída.»

 

«Tem que haver equilíbrio, moderação e bom senso.»

 

Marques Mendes, ontem, na TVI24.

5 comentários em “Para mais tarde recordar”

  1. Contrariamente ao habitual, desta vez concordo com quase tudo o que disse o Marques Mendes.
    Menos com a penúltima frase: a credibilidade do ministro das Finanças JÁ ESTÁ completamente destruída…

  2. «Tem que haver equilíbrio, moderação e bom senso.»

    Verdade? então como esteve de acordo com o Estado a bater records e a dominar cada vez mais a economia?
    Records são por definição algo Extremo.

  3. “Eduardo Catroga disse hoje, em entrevista à TSF e ao DN/Dinheiro Vivo, que o Governo cometeu um “erro político enorme” ao não explicar aos portugueses a verdadeira situação económica do país, que agora se depara com novas medidas de austeridade, realçando, todavia, que o “pecado original de todo este processo começa por ser técnico”, já que “em 2010 e 2011 a base de partida real do défice público devia ser 11% ou 12% do Produto Interno Bruto (PIB)”.”

    Se o chumbado PEC IV de Sócrates mantinha um objectivo de 4,6% do PIB para o défice público em 2011 como se explica esta diferença de mais do dobro?

    Alguém contou uma história muito mal contada aos Portugueses, à Troika e ao Passos Coelho.

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