«Levamos com o maior aumento de impostos de sempre.»
«Isto é uma espécie de assalto à mão armada aos contribuintes.»
«Isto é para matar a classe média.»
«Mais impostos vão gerar mais recessão e mais desemprego.»
«Isto o que vai dar é mais economia paralela, mais fuga aos impostos.»
«Mais uma falha nas previsões e nas metas, e a credibilidade do ministro das Finanças é completamente destruída.»
«Tem que haver equilíbrio, moderação e bom senso.»
Marques Mendes, ontem, na TVI24.

Contrariamente ao habitual, desta vez concordo com quase tudo o que disse o Marques Mendes.
Menos com a penúltima frase: a credibilidade do ministro das Finanças JÁ ESTÁ completamente destruída…
«Tem que haver equilíbrio, moderação e bom senso.»
Verdade? então como esteve de acordo com o Estado a bater records e a dominar cada vez mais a economia?
Records são por definição algo Extremo.
Ganda Nóia!
“Eduardo Catroga disse hoje, em entrevista à TSF e ao DN/Dinheiro Vivo, que o Governo cometeu um “erro político enorme” ao não explicar aos portugueses a verdadeira situação económica do país, que agora se depara com novas medidas de austeridade, realçando, todavia, que o “pecado original de todo este processo começa por ser técnico”, já que “em 2010 e 2011 a base de partida real do défice público devia ser 11% ou 12% do Produto Interno Bruto (PIB)”.”
Se o chumbado PEC IV de Sócrates mantinha um objectivo de 4,6% do PIB para o défice público em 2011 como se explica esta diferença de mais do dobro?
Alguém contou uma história muito mal contada aos Portugueses, à Troika e ao Passos Coelho.
Por falar em défice de 12% … Em 2010, a Europa tremeu quando o défice público Grego foi revisto, em alta, de 3,7% para 12,7% do PIB.
[ http://www.iol.co.za/business/business-n ews/goldman-sachs-role-in-greece-a-real-s candal-1.1258930#.UHC8dPZlSE4 ]