Levando o raciocínio até ao fim: Augusto Santos Silva não é nenhum dos citados, logo o país não lhe deve a liberdade, logo não merece ser ouvido. A não ser que a democracia venha por osmose.
Augusto Santos Silva não é nenhum dos citados desde logo por ser ele o citador. E também por não ter idade para ser um dos fundadores da democracia em Portugal. Nada mais simples.
Se bem recordo, tal foi dito debaixo de um coro de vozes que lhe chamavam a ele e restantes socialistas de pides e salazaristas, ao fechar mais um centro de saúde, na politica do ministro da saúde da altura, o mengele português, aka, dr. morte, aka, correia de campos, que fechou unidades por todo o país, sobretudo no interior, desterrou profissionais e transformou tudo em ambulâncias,… e se bem me lembro ainda rematou com algo pior,…
«A liberdade é algo que o País deve a Mário Soares, Salgado Zenha e Manuel Alegre e não a Álvaro Cunhal ou a Mário Nogueira.»
Não me importa de a ouvir (re)citar, em chegando as respectivas horas últimas. Depois, que não se fale mais de um assunto, morto e enterrado. Salvo na rtp memória, claro.
Mário Nogueira, somente se converteu à democracia em 2016, ao ponto de chegar a ministro da Educação do mesmo governo de A-S. Silva.
Ah, pois. Não o reconheci logo: deixou crescer a barba.
Levando o raciocínio até ao fim: Augusto Santos Silva não é nenhum dos citados, logo o país não lhe deve a liberdade, logo não merece ser ouvido.
A não ser que a democracia venha por osmose.
Augusto Santos Silva não é nenhum dos citados desde logo por ser ele o citador.
E também por não ter idade para ser um dos fundadores da democracia em Portugal.
Nada mais simples.
Deve ter a idade de Mário Nogueira.
Nada impede um citador de se citar a si próprio.
Parece que ele quer dizer que não ouve outros porque não fundaram a democracia. Mas ele não fundou a democracia, logo, não deve merecer ser ouvido.
A frase é um disparate e dá para tudo. Também posso dizer que sendo português não sigo ninguém a não ser D. Afonso Henriques.
Nada impede um citador de citar-se a si próprio. Excepto a salutar precaução de evitar parecer imbecil.
Se bem recordo, tal foi dito debaixo de um coro de vozes que lhe chamavam a ele e restantes socialistas de pides e salazaristas, ao fechar mais um centro de saúde, na politica do ministro da saúde da altura, o mengele português, aka, dr. morte, aka, correia de campos, que fechou unidades por todo o país, sobretudo no interior, desterrou profissionais e transformou tudo em ambulâncias,… e se bem me lembro ainda rematou com algo pior,…
Já lá vão quase nove anos, muito antes de a geringonça dar à luz. Parece que foi anteontem.
De facto. Resta a net para estender a curta memória do povo.
Ajuda, mas não é infalível.
«A liberdade é algo que o País deve a Mário Soares, Salgado Zenha e Manuel Alegre e não a Álvaro Cunhal ou a Mário Nogueira.»
Não me importa de a ouvir (re)citar, em chegando as respectivas horas últimas.
Depois, que não se fale mais de um assunto, morto e enterrado.
Salvo na rtp memória, claro.
Mário Nogueira está enterrado?