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ANTÓNIO-PEDRO VASCONCELOS
Sol, 18 de Fevereiro de 2011
«Desde que nos proibiram de fumar charuto na Lipp, perdi o gosto por Paris.»
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ANTÓNIO-PEDRO VASCONCELOS
Sol, 18 de Fevereiro de 2011
«Desde que nos proibiram de fumar charuto na Lipp, perdi o gosto por Paris.»
Menos dinheiro que o país gasta em viagens ao estrangeiro. E na importação de charutos. É assim que se melhora o saldo da balança de pagamentos!
Ele só perdeu o gosto, não deixa de ir.
Aliás, se vai contrariado é bem capaz de meter ajudas de custo — o grande sacana
A TAP também já não deixa fumar nos aviões… E também acredito que na RTP não se fume dentro das instalações, mas sempre que paira a ameaça de caírem muitas mordomias nestas duas, é um dos primeiros a vir para a rua debitar prosa… 🙂
Leio a frase isolada. Em todo o caso parece que a ânsia de afirmar cosmopolitismo leva alguns a cair no ridículo. Ou mesmo a tornar-se pura e simplesmente insuportáveis.
Ou então eu, banalíssimo pagador de impostos (financiando também, arrisco, algum trabalho do senhor) que vai teimosamente tentando manter-se um tipo da classe média, sou uma verdadeira besta com a sensibilidade de um tijolo. E é bem capaz de ser isso.
Mas Paris – já lá estive mais do que uma vez (ah!, eis o meu momento cosmopolita…), sem todavia ter a ousadia de afirmar “conhecer” a cidade – tem, ainda assim, pareceu-me, muito, muito mais do que uma cervejaria. Muito mais do que uma cervejaria e decerto muito a viver e conhecer antes de me enfiar numa cervejaria a fumar charutos. E fazer disso o meu critério quanto a Paris.
Costa
Xuxalista que se prese debita, debita e vai aproveitando todas as benesses. O Zé paga.
“O Zé paga.” Eu? Esta completamente enganado. Mas a asneira é livre.
Como é que te chamas António?
Senhor Alexandre Soares dos Santos:
Não me chamo António, chamo-me Zé.
Tão, tão, Eça de Queiróz …
Esta frase devida ter sido escrita em francês. ‘Chic’ a valer, como dizia o outro.
Hehehe …
é o que te digo, menino …
Ou dizia ainda outro: “este país só suporta hortas e arraiais”…