Palavras para recordar (40)


Pedro Correia,

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TIAGO BARBOSA RIBEIRO

Twitter, 21 de Novembro de 2017

«Sede e serviços do Infarmed no Porto: 60M€ de orçamento, 350 trabalhadores e 300 peritos. Passam a estar na região onde está o cluster da saúde (ISS, HCP, Bial, ERS, etc). Quando se trata de descentralizar, os Governos não são todos iguais. Prosseguiremos.»

30 comentários em “Palavras para recordar (40)”

  1. Só um “aparte”:

    Tiago Ribeiro faz-me lembrar um clandestino do PCP…daqueles que escondiam o Bakunine num tacho

  2. Resumo da história: Os “senhores do norte” fizeram um birra porque Autoridade Europeia o Medicamento poderia vir para Lisboa. O governo, como sempre, teve medo e resolveu adoçar-lhes a boca com o Infarmed. É assim que os “senhores o norte” receberam um prémio por terem feito o país perder a AEM.
    Isto vai continuar até um dia em que tenham que construir um ponte com 12km no Douro para compensar o norte por não ter uma ponte Vasco da Gama. O Douro não tem 12KM? Leva-se para lá o Tejo que já está há muito tempo em Lisboa.
    Até quando vamos continuar a tolerar estas birras? Quanto já custaram ao país?

    1. O pior de tudo, caro Jorge Silva, é que julgo nem ter havido birra alguma de ninguém do Norte neste caso.
      Foi simplesmente o PM que entendeu ser mais papista que o Papa. Deu o passo maior que a perna. O resultado está à vista.

    2. Diria até quando o país tolera reduzir-se a uma colónia da metrópole? Agora é o aeroporto do Montijo, quando há uns anos gastaram milhões no de Beja, iludindo os alentejanos da sua importância, que lestamente se puseram a “tirar”cursos de gestão aeroportuária …o povo é mesmo sereno…bisonho até.

      No antigo QREN desviaram-se milhões de euros de investimento no interior para a região de Lisboa sob pretexto de um dito “efeito spillover” (mais uma de José Sócrates) que dizia que investimentos no litoral tinham impacto no interior (um desses até foi uma esquadra de polícia). Assim se enganou Bruxelas e se usaram verbas da “coesão territorial” em Lisboa e arredores.

    3. “Por terem feito o país perder a AEM”? Mas que dados tem para dizer que Lisboa ia ganhar? Já tendo duas agências europeias, era quase impossível. Já as birras, fala de quem? Dos que vivem na área metropolitana de Lisboa ou do resto do país, ao qual, como se confirma, nem as migalhas consegue? Ainda me lembro da excepção do centro português de fotografia, e aí sim, ouviram-se birras dos srs académicos de Lisboa que, veja-se lá, tinham de vir ao Porto fazer as suas pesquisas.

      1. Para além de deputado, não se lhe conhece grandes oficios…
        Um “boy” xuxa – uma especie de Galamba do Porto….

        Jorg

      1. Esse era o que mandava em Sócrates — este é o que manda no Costa.

        Da nova onda de plataformistas que esteve na sombra a fazer os planos da Geringonça e da colonização agressiva pelas esquerdas de todo o aparelho do Estado.

  3. Boa tarde Pedro Correia.
    Tendo familiares e muitos amigos a viver no Porto, em Sto Tirso e em VNGaia, e como até hoje nunca falharam nas informações políticas que me passaram algumas só depois tendo aparecido nos “merdia”, acredito no que me disseram, e que pelos vistos Pedro Correia corrobora. Não houve inicialmente birra nenhuma. Para variar, o manhoso por trás de muita coisa tentou o que tentou, e desta vez saiu-se mal.
    António Cabral

  4. É por esta e outras que Rui Rio vai sair vencedor das próximas eleições legislativas.
    As manobras dos xuxas têm os dias contados.

    WW

      1. Pedro, não será Rio a ganhar. Será Costa a perder. Costa é intragável. Muito parecido, emocionalmente, com Passos. Ambos com a empatia de um calhau.

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