9 comentários em “Palavras para recordar (38)”

  1. Portanto, faz parte da estratégia… inimputável, ninguém o pode responsabilizar e toda a gente o respeita.

    Hoje andam jornais a falar do andebol, do default, do perdão… perdoai-lhes, senhores, não percebem nada da estratégia. Só o Paulo Andrade.

    Mas na História deveria ficar a “contabilização dos milhões da Champions”.

  2. Bem lembrado. Ligo muito pouco a futebol. Ninguém tem culpa a 100% mas creio que BC é quem mais resonsabilidades tem no clima vivido dentro desse clube.
    António Cabral

    1. Considerações do colectivo de Juízes do TAD sobre o caso Vouchers, relativos à personalidade de Bruno de Carvalho:

      “O estilo repetitivo e exagerado das afirmações proferidas, faz parte de uma personalidade com uma concepção de urbanidade ‘sui generis’, eventualmente censurável no plano da vivência e da convivência social, mas não para além desse plano. É um comportamento censurável, eticamente, mas não ferido de ilegalidade”

    1. Há quem duvide, Maria Dulce, e como alguns duvidam!
      Serão talvez da mesma lavra que Bruno de Carvalho, mas menos borderline e mais crentes em Bruno que o próprio Bruno.

      Uma tristeza para o Desporto, o dia de hoje.

  3. Pano de fundo:
    Se os presidentes não são os donos dos clubes os treinadores muito menos, mas é o que vai parecendo.
    Pano encharcado: Na sequência de um ato terrorista em propriedade privada, o que foram fazer individualmente aos postos de policia vitimas que estavam ali ao serviço do proprietário?
    Pano roto: Os atacantes serão mesmo adeptos do Sporting como afirma e repete até à exaustão a comunicação social?

  4. “No dia em que o Presidente do Sporting começasse a trazer emoções próprias para dentro do clube e a tomar atitudes lesivas para o clube, o sócio Bruno de Carvalho meteria o Presidente fora do clube.”
    Bruno de Carvalho
    Janeiro de 2016

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