Palavras para recordar (33)


Pedro Correia,

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PEDRO SANTANA LOPES

15 de Fevereiro de 2004

«Eu não recebo lições de lealdade de ninguém, muito menos daquela pessoa não excessiva, moderada, serena, cordata como é o pregador de domingo [Marcelo Rebelo de Sousa].»

 

Frase extraída do livro 43 Anos e 6 Meses de Má Política (Contraponto, 2017), organizado por Luís Naves

17 comentários em “Palavras para recordar (33)”

  1. O PSD talvez merecesse um candidato que estivesse para lá do que nele aparece. Mas em Santana o candidato esgota-se no aparecer.

  2. Ele é aquela pessoa, é o outro candidato, mas com o 1º ministro usa a cortesia de lhe referir o titulo e o nome.
    Deferências a quem lhe merece a distinção, enquanto com outros dá desprezo.
    Uma questão de estilo que fala por si.

  3. As eleições internas para escolher o líder -no PS e no PSD- têm mais consequências para todo o País do que as eleições Legislativas.

    Na verdade, de acordo com o sistema eleitoral português, mais ou menos 40.000 eleitores, internos, do PS ou do PSD estão a escolher toda uma das duas maiores bancadas, as dominantes, que se sentarão (e se levantarão) no magno execício de leslilar na Assembleia da República.

    Uma escolha num universo de eleitores assaz limitado que não espelha, de forma alguma, o universo eleitoral nacional.

  4. Precisamos de um partido liberal a sério. Não esta gasta brincadeira dos jovens das tunas e das academias de merda que temos por cá. Estes são todos socialistas. Basta ver como fazem sempre política de ataque pessoal, de truques, de jogadas sem interesse nenhum e que as pessoas já não querem.

    É necessário um partido liderado por profissionais e por liberais sem demagogias, sem capelas, sem telhados de vidro (e já agora sem retornados e sem benfiquistas, duas infusões da batota nacional).

      1. Uso o termo socialista para designar toda a linha de pensamento primitivo que descamba em merdas de esquerda e todos os bandalhos manhosos que não respeitam a democracia e a separação de poderes e utilizam informação privilegiada e os amiguinhos para se safar primeiro.

  5. “43 Anos e 6 Meses de Má Política”? Estará esse título a inferir que a política não era má antes desses “43 Anos e 6 Meses”?

    1. Interrogo-me com frequência se um emissor de opiniões anónimas numa sociedade livre, porventura envergonhado do nome e dos apelidos que lhe couberam em sorte, imagina alguma vez ser levado a sério seja por quem for.

        1. Uma coisa é permitir comentários anónimos, outra é concordar com o anonimato numa sociedade livre e democrática.
          Emito opiniões todos os dias no espaço público. Assinando por baixo. Seria incapaz de emitir opiniões anónimas.
          No fundo é a diferença entre um acto de cidadania e um acto de cobardia.

      1. Interrogo-me com frequência se argumentar é assim tão complicado para si. Fiz uma questão simples. Era suposto receber uma resposta simples.

  6. Este Santana é demais. Há não muito tempo queria fundar um novo partido adversário do PSD.

    Prefiro um pregador moderado a um gaiato irresponsável. Há velhos que não aprendem.

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