Palavras para recordar (3)


Pedro Correia,

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GONÇALO RIBEIRO TELLES

Público, 28 de Outubro de 2007

«O meu desejo é que se implante a monarquia em Portugal para podermos voltar a viver em democracia.»

12 comentários em “Palavras para recordar (3)”

    1. E por que não
      Bélgica
      Dinamarca
      Reino Unido
      Suécia?
      Já agora é melhor ser-se completo a fim de se tirarem conclusões. E cuidado com a Estatística.

    2. E andei eu a perder tempo a explicar exaustivamente o meu ponto de vista sobre “escolas em meio rural” a uma pessoa que faz um comentário destes, que nem sei se rir se chorar (ou as duas)!

      Estou a ficar mais estúpido do que julgava estar a ficar…

      Para um republicano convicto como eu: como é que é possível não se ter a noção do ridículo a este ponto?

      1. Deixe-me perder o meu tempo a explicar-lhe o que queria dizer, que já vi que não vai lá sem explicações.

        A monarquia não está direta nem indiretamente ligada à democracia. Há monarquias em países democráticos como há monarquias em ditaduras abjetas. Antes que comece a disparatar, acontece o mesmo com as repúblicas, que não são o caso que estamos a tratar.

        Na minha opinião um regime que predetermina que o seu Chefe de Estado é o filho de alguém, independentemente de ser um génio ou uma besta não se pode considerar plenamente democrático.

        Veja o caso da Tailândia, a monarquia era uma mais valia, mas para se manterem as regras de sucessão parece que vai deixar de o ser.

        Pensando só na monarquia portuguesa que durou 700 anos, teve reis extraordinários mas também teve vários que foram loucos ou tiranos.

        1. “Antes que comece a disparatar…”

          Quem misturou Luis XIV com Kim Il Sung, Afez Assad (por acaso é Hafez al-Assad) e Rei Saud não fui eu.

          Aliàs se se refere ao rei Saud bin Abdulaziz Al Saud foi logo buscar um dos pouquíssimos bons monarcas que existiu por aqueles lados até hoje.
          E porquê Luis XIV com tantos outros muito mais a jeito por aí?

          Quanto a eu não ír “lá sem explicações” e atirar-me com 4 parágrafos de banalidades e lugares comuns dignos das redacções da minha neta mais nova…

          De resto se me acha assim tão pouco esperto e não rebateu nem uma palavra dos mais de 5000 caracteres que eu lhe “dediquei” não vamos decerto perder mais tempo um com o outro.

          Passe V. Exa. muito bem.

  1. GRT, técnico do ambiente, merece, mais que o meu respeito, a minha admiração.
    GRT, político, merece toda a minha compreensão.
    Mais do que todos os comentários que tomam partido por um ou por outro lado.
    Eça de Queirós escreveu o que escreveu, acerca da política e dos políticos, em plena monarquia.
    Hoje, em democracia plena, escreveria exatamente o mesmo.
    Conclusão…
    João de Brito

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