![images[7].jpg images[7].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20309494_zCZI4.jpeg)
JORGE SAMPAIO
Diário de Lisboa, 25 de Março de 1981
«Seria uma grande vitória terminar com o ambiente de ‘macartismo’, com o ambiente totalitário que se tem vindo a desenvolver neste partido [PS].»
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JORGE SAMPAIO
Diário de Lisboa, 25 de Março de 1981
«Seria uma grande vitória terminar com o ambiente de ‘macartismo’, com o ambiente totalitário que se tem vindo a desenvolver neste partido [PS].»
Sobre o PSD, e os seus paladinos da liberdade:
O PSD vai avançar com um processo disciplinar a Paula Teixeira da Cruz, por a deputada não ter respeitado a disciplina de voto do partido nas alterações à lei do aborto
http://www.dn.pt/portugal/interior/paula-t eixeira-da-cruz-com-processo-disciplinar-p ela-votacao-no-aborto-4982542.html
Hmmm…. Disciplina de voto versus Liberdade de Pensamento
Liberdade de pensamento (liberdade de consciência, liberdade de opinião ou liberdade de ideia) é a liberdade que os indivíduos têm de manter e defender sua posição sobre um facto, um ponto de vista ou uma ideia, independente das visões dos outros. Consta na Declaração Universal dos Direitos Humanos em seu artigo XVIII, que expressa que “todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, consciência e religião
O problema desta frase (e, creio, de muitas outras do livro de Luís Naves) é que hoje em dia não fazemos ideia do contexto ao qual se refere. Não sabemos o que quer a frase dizer, o que a motiva.
Se reparar, das frases selecionadas para a capa, não consta nenhuma atribuível a um personagem de direita (só lá está Marcelo Rebelo de Sousa, que nos dias que correm, só de modo ligeiro se pode considerar deste PSD). Imagino o conteúdo.
Propaganda!!!
Propaganda é um modo específico de apresentar informação sobre um produto, marca, empresa ou política que possui o intuito de influenciar a atitude de um público para uma causa, posição ou atuação.Seu uso primário advém de contexto político, referindo-se geralmente aos esforços de persuasão patrocinados por governos e partidos políticos.
Tenho o livro neste momento à minha frente. Lamento contrariá-lo, mas só tem uma frase destacada na capa: precisamente de Marcelo Rebelo de Sousa. Que será tanto de “esquerda” como Sampaio da Nóvoa ou Marisa Matias são de “direita”.
Eu sei que vivemos tempos de putativa “pós-verdade”, mas convém não abusar.
Possas…então li mal. Não estão lá as de Otelo, António Costa, Álvaro Cunhal, etc penso eu….Capa e Contracapa, que para efeitos publicitários é igual
Na capa só vem Marcelo. A contracapa tem uma hierarquia diferente. Tal como as badanas, onde surgem frases de Marques Mendes e do outro Marcelo (Caetano).
Concedo.
Os 36 anos de outra politica:
Somos um país pequeno, com problemas sérios, e não podemos aderir a frentes débeis, só com o fim de proclamar que – brincamos às democracias.
Os homens mudam pouco e então os portugueses quase nada.
Para expor o mínimo projecto os portugueses têm o hábito de se perderem em considerações inúteis
Falta de perseverança – defeito capital da nossa raça…
Pesa-nos a autoridade, atrofia-nos a disciplina, seduz-nos o hiper-criticismo por motivos fúteis, parece-nos salutar entretenimento descartar homens e destruir governos
A política só em sentido deturpado se pode confundir com agitação estéril, referver de ódios, estadear de ambições pessoais ou de grupos para a conquista e usufruição de altos lugares.
O português é eivado de individualismo e toda a regulamentação da sua actividade privada lhe é molesta. Penso que tem de refazer neste ponto a sua educação e que o seu modo de ser não se ajusta às necessidades dos tempos.
Será que A.Costa (e todos os PMs antes dele) são, foram, assim uns tão habilidosos líderes. Ou será que o exercício do poder, em Portugal, é demasiado fácil.
Será que A.Costa (e todos os PMs antes dele) seriam, foram, assim uns tão habilidosos líderes se, tal como a PM do RU, Teresa May, tivesse que negociar com todos os seus deputados na sua AR, INCLUSIVÉ com os do seu próprio partido?.
É que negociar/mandar em dependentes -o que acontece por cá- é demasiado fácil. Vicía. Engana. Depreende-se das afirmações em análise.
Lembro capa de revista em que aparecia, à beira da cônjugA, ruivo, meio sorriso, face enrubescida.
Não pude deixar de pensar em: “croquete e batatinha”